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Desoneração
Folha de S.Paulo informa que a área técnica do TCU recomendou a emissão de um alerta ao presidente Jair Bolsonaro (PL) devido à sanção irregular da lei que prorrogou a desoneração da folha de pagamento, um benefício tributário concedido a empresas de 17 setores.
A lei foi publicada na noite de 31 de dezembro de 2021 sem que o governo tenha adotado as devidas medidas de compensação pela perda de receitas, como manda a LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal) e a própria Constituição.
“Ficou evidente a inobservância, por parte do Poder Executivo, de exigências constitucionais e legais para criação ou prorrogação de renúncias tributárias durante o exercício de 2021”, diz parecer da área técnica do TCU, obtido pela Folha.
Petrobras
Valor Econômico expõe que o novo presidente da Petrobras, Caio Paes de Andrade participa hoje de sua primeira reunião no conselho de administração da companhia. Na petroleira, o CEO também integra o colegiado, responsável por definir as estratégias de negócios da empresa.
Ontem, Paes de Andrade assumiu como presidente, na sede da companhia, no Rio, em um ato classificado pela empresa como “agenda interna”. O evento não teve transmissão pela internet e o executivo não discursou como costuma ser o rito na estatal.
Conforme a reportagem, depois de assinar o livro de posse, Paes de Andrade conversou com executivos da empresa, e manifestou interesse sobre dois temas: as verbas de publicidade da estatal e a eleição do novo conselho de administração da companhia em Assembleia Geral Extraordinária (AGE) ainda a ser marcada.
ICMS
Manchete no Valor Econômico ressalta que estados e municípios terão perda de arrecadação expressiva com a limitação da alíquota máxima do ICMS sobre combustíveis, energia elétrica, telecomunicações e transporte coletivo, uma redução brusca de receitas que colocará governadores e prefeitos sob pressão, principalmente a partir de 2023. Segundo especialistas em contas públicas e políticos, o problema é que há um cardápio limitado de medidas para compensar essas perdas.
Combustíveis
O Estado de S. Paulo e Folha de S.Paulo mostram que não houve acordo em torno da cesta de medidas e do custo da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos combustíveis. Os pilares da PEC são os mesmos já anunciados na semana passada, mas os governistas querem ampliar o custo do pacote para também zerar a fila do Auxílio Brasil.
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