|
Consignado do Auxílio
Folha de S.Paulo conta que a contratação de empréstimos consignados por beneficiários do Auxílio Brasil será liberada nesta semana, disse nesta segunda-feira (26) o ministro da Cidadania, Ronaldo Bento. Ele não informou sobre qual dia a contratação dos empréstimos será liberada e não deu detalhes sobre as taxas que serão cobradas nas operações bancárias. A liberação acontece às vésperas do primeiro turno da eleição presidencial.
Combustíveis
O Estado de S. Paulo assinala que eventual crise no abastecimento do diesel S10, menos poluente e mais consumido no Brasil, foi descartada por agentes do setor durante a 20ª Rio Oil & Gas. Segundo o diretor de operações da Ipiranga, Francisco Ganzer, mesmo com a Petrobras não seguindo liturgicamente os preços internacionais, as importações de diesel continuam sendo feitas e são necessárias para atender os clientes.
Já o Valor Econômico situa que o governo deve iniciar, em novembro, monitoramento diário dos estoques dos combustíveis. A medida era esperada pelo mercado e ganhou força devido à guerra na Ucrânia.
O superintendente de distribuição e logística da ANP, Rubem Cerqueira Freitas, explica que a medida ainda passa por ajustes, antes de entrar em vigor. Conforme o dirigente, o Brasil precisa de estoques de combustíveis de porte compatível ao de países com PIB e demanda semelhantes.
Refinarias
O Estado de S. Paulo traz que o ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, afirmou ontem, durante a abertura da Rio, Oil and Gas 2022, que a Petrobras vai vender todas as refinarias que se comprometeu com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) a desinvestir.
O compromisso da Petrobras com o Cade previa que oito refinarias deveriam ser vendidas até o fim de 2021, o que não ocorreu. A única refinaria de fato assumida por outro controlador foi a unidade da Bahia, ex-Rlam e hoje Refinaria de Mataripe, comprada pelo fundo de investimento árabe Mubadala.
Mercado financeiro
Principais jornais registram que o dólar disparou ante o real ontem e chegou a romper a barreira dos R$ 5,40 na cotação máxima do dia. A moeda fechou em alta de 2,43%, cotado a R$ 5,3760 na venda na maior elevação em dois meses. Com isso, o real teve o pior desempenho entre as principais moedas globais. A taxa de câmbio voltou a refletir o ambiente mundial desfavorável ao crescimento das empresas e, consequentemente, de maior risco de desvalorização para as ações negociadas nas Bolsas. O Ibovespa fechou em baixa de 2,33%, aos 109.114,16 pontos e com volume negociado de R$ 26,5 bilhões.
|