Monitor – 27 de janeiro de 2022

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estão entre as companhias que mais comunicados fizeram à CVM sobre o tema. Entre outras que reportaram ataques estão ainda Porto Seguro, Ultrapar e Renner.
Turismo
Executivos da indústria hoteleira ouvidos pelo Valor Econômico acreditam na retomada de negócios em 2022, impulsionada pelo turismo doméstico, apesar do avanço recente da variante ômicron.

Jornal acrescenta que, com a remarcação dos desfiles de Carnaval para abril, os hotéis do Rio esperam um ano melhor que em 2020-21, mas ainda não devem voltar às taxas de ocupação do pré-pandemia. O turismo de fora e o corporativo ainda não se recuperaram, diz Laura Castagnini, gerente-geral do Hilton.

McDonald’s
O Estado de S. Paulo 
relata que, depois de um período em que viu a concorrência ganhar espaço, o McDonald’s passou por uma reinvenção no Brasil ao longo dos últimos cinco anos: além de ter reformado restaurantes, com a instalação de totens tecnológicos e a implantação do atendimento à mesa em algumas lojas, a empresa ousou no quesito marketing. Ao adotar a alcunha “Méqui”, referência a como os brasileiros se referem à rede, a companhia se reaproximou do consumidor. Resultado: de 2018 para cá, a rede viu sua fatia no setor passar de 36,9% para 41,6%, segundo a pesquisa Crest, que analisa as nove maiores redes de restaurantes do País.

Depois de enfrentar dois anos de pandemia, a Arcos Dorados – companhia responsável pelo McDonald’s na América Latina – divulgou ontem um novo plano de expansão para o País. Serão 120 novas lojas até o fim de 2024, um crescimento de mais de 10% em relação ao total atual. O valor estimado para o mercado brasileiro é de R$ 1 bilhão, cerca de 30% do valor separado para toda a região como um todo (US$ 650 milhões).

Entre as lojas previstas para o Brasil, 90% terão drive-thru, um formato de atendimento que já era popular, mas que ganhou força na pandemia.

Casa Civil
Em entrevista para O Globo, o chefe da Casa Civil Ciro Nogueira diz atuar como um “para-raio” para poupar desgastes ao ministro da Economia, Paulo Guedes. O jornal detalha que ele acumula ainda o papel de encabeçar o projeto de reeleição de Bolsonaro, construindo palanques nos estados e tentando reverter a liderança do ex-presidente Lula nas pesquisas. Para isso, expõe a linha de discurso que tentará desconstruir a imagem do pré-candidato do PT.

Eleições 1
Valor Econômico e O Globo 
noticiam que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) indicou que a ex-presidente e ex-ministra Dilma Rousseff não deve ter papel relevante em seu governo, caso ganhe a disputa pela Presidência da República neste ano. Lula afirmou que deve incorporar na eventual gestão “muita gente nova” e disse que não vai “remontar” o seu governo anterior. O ex-presidente avaliou que sua sucessora “erra” na política e disse que é preciso ter paciência para negociar e governar.

Eleições 2
Valor 
também atenta que divergências entre as cúpulas do Podemos e do União Brasil (UB) sobre o momento adequado para a definição de quem será vice na chapa presidencial de Sergio Moro estão atrapalhando um acordo que permita a migração do ex-juiz do primeiro partido para o segundo. Também há discordância sobre qual sigla deveria ser contemplada com a candidatura à Vice-Presidência.

O dólar comercial fechou ontem em alta de 0,11%, cotado a R$ 5,44. Euro caiu 0,34%, chegando a R$ 6,12. A Bovespa operou com 111.289 pontos, alta de 0,98%. Risco Brasil em 330 pontos. Dow Jones caiu 0,38% e Nasdaq teve alta de 0,021%.
Valor Econômico
Com crise do clima, agro dará contribuição menor ao PIB

O Estado de S. Paulo
Projeto para 3 megausinas na Amazônia avança após 10 anos

Folha de S.Paulo
Efeitos persistentes atingem 43% das crianças com Covid

O Globo
Endividado, brasileiro já deixa de pagar luz e gás

Correio Braziliense
Crianças em perigo na internet

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