Black Friday
Com chamada de capa, reportagem na Folha conta que supermercados e varejistas de alimentos decidiram aumentar as promoções de comida na Black Friday, em especial das carnes. A maioria dos descontos acontece em carnes menos nobres ou na prática de cashback, na tentativa de fidelizar clientes.
Folha também relata que o consumo na prévia da Black Friday segue a tendência de outros anos e é puxado por eletrodomésticos e celulares. As duas categorias respondem por 41% do faturamento nas vendas pela internet na última semana, de acordo com dados da consultoria NielsenIQ | Ebit divulgados ontem. Os eletrônicos, de modo geral, ficaram em quarto lugar no faturamento, com apenas 9%.
Também com base em dados da NielsenIQ | Ebit, o Valor informa que o varejo on-line faturou R$ 2,8 bilhões com vendas sete dias antes da Black Friday – 31% acima do registrado no mesmo período do ano passado. Em 2020, o faturamento de R$ 2,1 bilhões havia sido 41% superior ao dos sete dias equivalentes de 2019.
Valor também relata que, embora a Black Friday deste ano tenha ganhado força nos últimos dias, os resultados dependem muito do desempenho de hoje. Consultores e empresas relatam uma elevação no ritmo de vendas após a quarta-feira, ao contrário do ano passado, quando as vendas ficaram menos concentradas nesta semana.
Estadão publica que sites como Shopee, Shein e AliExpress têm ampliado sua estrutura no Brasil e garantido frete grátis pra uma parcela maior das vendas. Com isso, já são rivais de peso para as gigantes nacionais que sempre dominaram a Black Friday.
O Globo relata que varejistas estão investindo em tecnologia para combinar vendas em lojas físicas e digitais. O modelo é considerado um teste para o Natal.
Painel S.A. (Folha) destaca que, antes mesmo de começar oficialmente, a Black Friday de 2021 já registrou volume de reclamações de consumidores 40% acima da edição do ano passado, segundo levantamento do Reclame Aqui. O principal motivo é o atraso na entrega.
Privalia
Valor Econômico informa que a Privalia, maior outlet virtual de moda do país, colocou o negócio à venda. O Itaú BBA tem exclusividade na assessoria junto à companhia e vem detalhando condições do negócio a interessados desde outubro, pelo menos. Magazine Luiza, Mercado Livre, Americanas, Renner e Dafiti foram sondados pelos representantes.
Segundo fontes, a empresa pede R$ 1 bilhão pela operação, quase 16 vezes o valor do Ebitda de R$ 66 milhões em 2020. O montante está no mesmo patamar do valor do IPO suspenso meses atrás.
Pernambucanas
Reportagem no Estadão afirma que a rede varejista Pernambucanas cumpre uma agenda agressiva de nacionalização da marca, com inaugurações de dezenas de lojas físicas desde o ano passado. Até o fim do ano, serão abertas 19 lojas – praticamente uma a cada dois dias.
Cerveja
Presente no Brasil desde 2009, a marca espanhola Estrella Galicia escolheu a cidade de Araraquara (SP) para construir sua primeira fábrica fora da Espanha. Com um investimento previsto de R$ 2 bilhões, o objetivo é ter 100% de seu portfólio produzido no país a partir de 2023, informa o Valor.
Natura
A Natura anuncia nesta semana que elevou em seis pontos percentuais a participação de produtos veganos no portfólio em relação ao ano passado, chegando ao patamar de 90%. A meta é alcançar 100% nos próximos anos, informa o Painel S.A. (Folha).
Turismo
Painel S.A. (Folha) registra que o aquecimento do seguro de viagem, que vem crescendo nos últimos meses, ajudou a impulsionar o mercado de seguros pessoais. Entre janeiro e setembro, o setor acumulou quase R$ 38 bilhões, quase 15% acima do mesmo período de 2020, segundo a Fenaprevi. Em setembro, a procura pelo seguro de viagem subiu 277% na comparação com o mesmo mês de 2020. |