Agro Manchete em O Estado de S. Paulo destaca liderança do Brasil como exportador agrícola. O país, que já era líder nas vendas de café verde, carne bovina, frango in natura, celulose, soja em grão e açúcar, agora também é o maior exportador de milho, superando os Estados Unidos. O Brasil deve ultrapassar em 2024 os americanos também na produção de algodão, ocupando a terceira posição no ranking mundial, atrás de China e Índia. O país tem condições de se tomar o maior exportador da fibra no mundo. A liderança é decorrente de uma série de fatores, com recordes consecutivos na safra de grãos, tecnologia do plantio direto, melhoramento genético dos cultivares e quebra de safra nos Estados Unidos e na Argentina. Correio Braziliense também aborda o assunto. Emendas Manchete em O Globo revela que prefeituras e estados deixaram de informar como aplicaram 94% dos recursos recebidos nos últimos três anos via “emendas Pix”, modalidade em que o dinheiro público é enviado por parlamentares a seus redutos eleitorais sem precisar passar pelos ministérios. Segundo o jornal, dos R$ 6 bilhões repassados de 2020 a 2022, apenas R$ 400 milhões tiveram seu destino justificado ao governo federal. A omissão contraria uma orientação do Tribunal de Contas da União, que recomenda a prefeitos e governadores que enviem relatórios atualizados sobre como estão gastando esses recursos da União. Microrreformas O Globo assinala que o Ministério da Fazenda tem trabalhado agenda extensa de microrreformas. Mais da metade das 17 medidas que compõem o pacote requer apenas ação do Executivo. No entanto, parte relevante delas ainda dependeria do aval dos parlamentares, como ampliação do acesso ao crédito consignado a trabalhadores do setor privado e mudanças na política de investimento de fundos de pensão e seguradoras para incentivar o aporte de recursos em obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Conforme o secretário de Reformas Econômicas do Ministério da Fazenda, Marcos Barbosa Pinto, a estratégia é lançar as medidas assim que estiverem prontas. Ele alega que a agenda de reformas vai ajudar o país a continuar crescendo sem inflação. Débitos Manchete no Valor Econômico noticia que o Ministério da Fazenda pretende abrir, até o fim deste ano, a possibilidade de negociação de débitos relacionados a duas teses bilionárias que atualmente estão em discussão na esfera administrativa ou no Judiciário. Trata-se da chamada transação tributária, que pode resultar em acordo entre contribuinte e União, com condições mais favoráveis de parcelamento, além de descontos na dívida. A reportagem cita estimativa da Fazenda Nacional de que a transação relacionada a essas duas teses poderá beneficiar grandes contribuintes e reforçar o caixa da União em até R$ 12 bilhões em 2024. Orçamento Valor Econômico registra que, apesar dos recentes grupos criados para revisar gastos e abrir espaço no Orçamento, o governo já tem uma estrutura permanente de avaliação de políticas públicas. Trata-se do Conselho de Monitoramento e Avaliação de Políticas Públicas (Cmap), que realizou 60 avaliações de gastos diretos e subsídios, em quatro ciclos anuais, que somam acima de R$ 1 trilhão em recursos avaliados. O colegiado já emitiu 147 recomendações aos ministérios setoriais, o que inclui aperfeiçoamento, revisão ou redução de gasto público, mas o que se vê, na prática, é que parte dessas orientações não é levada em frente. Insatisfação Valor Econômico publica que depois da reforma ministerial, o governo começa a enfrentar dificuldades em votações no Senado. Alguns parlamentares avaliam que o Planalto descuidou da articulação na Casa, após concentrar atenção na Câmara. O veículo acrescenta que há críticas sobre uma possível omissão na atuação de aliados do Executivo em reuniões de líderes e comissões estratégicas. Conforme Valor, primeiro sinal de descompasso foi o placar apertado na aprovação do projeto de lei (PL) que restabeleceu o voto de qualidade do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), no fim de agosto. Reforma O Estado de S. Paulo repercute alerta do vice-governador de São Paulo, Felício Ramuth (PSD), de que o Brasil corre o risco de aprovar uma reforma tributária “das exceções e não das regras”. De acordo com Ramuth, o problema está na quantidade de leis complementares que estão previstas para regulamentar a reforma. Crédito fiscal Valor Econômico inclui que o governo admite negociar o aumento da alíquota que determinará o crédito fiscal federal a ser concedido para empresas que fizerem investimentos com base em programas estaduais de incentivo. Atualmente ela está fixada em 25% na Medida Provisória (MP) 1.185/2023. A proposta enfrenta fortes resistências no Congresso. Isso preocupa a equipe econômica que avalia ser necessário flexibilizar alguns pontos. Para o Ministério da Fazenda, principal objetivo da MP é estancar a sangria nas receitas do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido. Conselho da Petrobras Valor Econômico relata que acusação da área técnica da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) contra a União e conselheiros da Petrobras eleitos para o conselho de administração da estatal representa mais uma etapa nos questionamentos de governança que a empresa vem enfrentando. Na sexta-feira (22), a CVM abriu processo sancionador para apurar responsabilidades da União e dos conselheiros Pietro Mendes, presidente do colegiado, e Efraim Cruz. Ambos são ligados ao Ministério de Minas e Energia (MME). Mendes e Cruz fazem parte do grupo de conselheiros indicados pela União para o colegiado da Petrobras que tiveram as candidaturas consideradas inelegíveis pelas instâncias de governança internas da petroleira. Eletrobras Valor Econômico pontua que o governo tem encontrado dificuldades para acomodar quadros e ter maior voz ativa na gestão da Eletrobras, da qual é o maior acionista individual, após a privatização no ano passado. Nos bastidores, há conversas em busca de um entendimento que atenda aos interesses do governo, mas não há nenhuma proposta concreta na mesa. No entanto, qualquer iniciativa terá que passar pela aprovação dos acionistas, em assembleia. O governo tem poder de voto limitado a 10%, mesmo com 43% de participação societária, e essa tem sido a reclamação do presidente Lula e do PT desde os primeiros dias da atual gestão. Diesel russo Correio Braziliense situa que decisão da Rússia de suspender, na sexta-feira (22), as exportações de diesel e gasolina, em meio a escassez interna, deve impactar o mercado brasileiro e pressionar a Petrobras por reajustes de preços nas refinarias. Os russos se tornaram neste ano o maior fornecedor externo de diesel ao Brasil, deixando para trás os Estados Unidos, tradicionais exportadores do combustível. Calor O Estado de S. Paulo veicula que altas temperaturas terão efeito direto no consumo de energia elétrica no, segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico. A projeção para o mês de setembro é de crescimento de 5,8%, com altas em todas as regiões, de acordo com um boletim divulgado pelo órgão. A perspectiva de crescimento nos submercados é mais expressiva no Norte, com 10,6%. A área entre Sudeste e Centro-Oeste deve registrar avanço de 6,1%, seguido pelo Nordeste (4,2%). O Sul, que vem enfrentando período de fortes chuvas, fica em último lugar (3,8%). Folha de S.Paulo avança em frente semelhante. Incentivos O Estado de S. Paulo revela que o presidente da Renault do Brasil, Ricardo Gondo, defendeu a volta do Imposto de Importação de veículos elétricos e o fim do regime especial para o Nordeste e o Centro Oeste. A reportagem cita benefícios ao grupo Stellantis, com fábrica em Pernambuco, além de Caoa Chery e HPE/Mitsubishi, em Goiás. Se o incentivo for mantido, incluirá também a planta da chinesa BYD, na Bahia. De acordo com Gondo, as empresas do setor automotivo precisam ter isonomia em suas operações, especialmente no que se refere a impostos federais. Stellantis Em O Estado de S. Paulo, a Stellantis anunciou investimento de R$ 2,5 bilhões até 2025 na fábrica em Porto Real (RJ). O anúncio foi feito pelo presidente da Stellantis para a América do Sul, Antonio Filosa, ao governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL). Do total investido, R$ 330 milhões foram aplicados no desenvolvimento de uma variante da plataforma CMP, que dá à unidade fabril condições de produzir veículos híbridos. Isenções Em frente semelhante, Valor Econômico ressalta que parte das montadoras com fábricas no Brasil e com longa história de investimentos no país reivindica exclusividade na isenção de Imposto de Importação para carros elétricos. O grupo que só importa defende que o benefício seja estendido a todos como forma de o consumidor ter acesso a todas as tecnologias e poder conhecer os veículos de novas empresas que se preparam para produzir no país. “Sem a continuidade da isenção do Imposto de Importação para carros elétricos vai demorar para termos uma cultura mínima dessa tecnologia”, afirma o presidente da Associação Brasileira do Veículo Elétrico, Ricardo Bastos. 5G Valor Econômico divulga que base de usuários do serviço 5G no mundo deverá mais que triplicar até 2027, atingindo o patamar de 2,3 bilhões de conexões, conforme projeções da Bain & Company. No Brasil, a consultoria aponta que o país teria o ritmo mais acelerado de crescimento entre 19 países analisados: 79% ao ano, em média, para o período de 2023 a 2027. A estimativa é de que o total de clientes conectados à rede 5G no país chegue a aproximadamente 100 milhões ao fim do período, ante os 12,7 milhões contabilizados pela Anatel. Cobrança sindical Folha de S.Paulo comunica que decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de liberar a contribuição assistencial deixou lacunas já usadas por sindicatos. Entidades chegam a exigir a quitação da taxa dos últimos cinco anos. A reportagem cita haver, ainda, cobranças em elevado percentual e entraves à recusa do pagamento. Especialistas consideram as práticas abusivas. Faltam regras sobre valor, prazo e forma de se opor, além de haver risco de responsabilização do empregador. Caso as dúvidas não sejam sanadas, demandas em série chegarão à Justiça do Trabalho. Serão ações civis públicas do Ministério Público do Trabalho contra cláusulas exorbitantes e reclamações trabalhistas. Futuro dos sindicatos Folha de S.Paulo mostra que movimentos sindicais, depois de seu auge político, tentam ganhar espaço entre causas mais midiáticas, como a questão identitária protagonizada por feministas, antirracistas e ativistas LGBTQIA+. O campo também tenta emplacar a volta do imposto sindical, extinto pela Reforma Trabalhista promovida na gestão de Michel Temer (MDB). Folha inicia série de reportagens sobre o “futuro da esquerda”. Para Ivone Silva, que presidia o Sindicato dos Bancários até assumir em julho o comando do Instituto Lula, o sindicalismo está se atualizando sempre e hoje conta com notas identitárias.
Inclusão Correio Braziliense tratou (24/09) sobre acessibilidade de pessoas com deficiência (PCD) e avançou sobre a trajetória e atuação do pedagogo Flávio Pereira, gestor da Secretaria da Pessoa com Deficiência do Distrito Federal, e sua busca pela inclusão por meio da empregabilidade. Ele contou ter começado a trabalhar aos 18 anos, mas julgavam-no menos capaz “por estar em uma cadeira de rodas”. No entanto, contou ter passado por “organizações mais acolhedoras”. “Trabalhei no SENAI, onde não tive problema algum com relação à minha condição, pelo contrário, me trataram como igual”, revelou.
Renda Domingo, Folha de S.Paulo revelou que a renda média dos trabalhadores 10% mais pobres no Brasil não era suficiente para comprar meia cesta básica em uma cidade como São Paulo em 2022. É o número mais baixo na série histórica, com dados a partir de 2012. Já o rendimento do trabalho dos 10% mais ricos permitia adquirir quase 14 cestas, em média, segundo levantamento elaborado pelo economista Bruno Imaizumi, da LCA Consultores, com base em dados do IBGE e do Dieese. Ao considerar a renda média de todos os trabalhadores (R$ 2.659), essa relação foi de 3,49 cestas em 2022. De acordo com a pesquisa, trata-se de outra mínima da série iniciada em 2012. A máxima foi de 5,15 em 2014.
Encolhimento O Globo tratou, ontem, sobre levantamento de itens que passaram por redução de tamanhos nas prateleiras do mercado, sem alteração de preço ao consumidor. O economista André Braz, do Ibre/FGV, alerta que isso representa aumento de preço. O vice-presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), Márcio Milan, diz que essas alterações passam despercebidas pelos varejistas. Ele defende a necessidade de transparência pelos fornecedores. Já a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia) alega que essas mudanças só são consideradas irregulares se os fabricantes não seguirem as instruções estabelecidas pela legislação.
RJ e falências No Estado de S. Paulo, a Coluna do Broadcast trouxe que alta da Selic e dificuldades trazidas pela crise macroeconômica se refletiram nos números de pedidos de recuperação judicial (RJ) e de falências em agosto. Segundo indicador da Serasa Experian do mês, houve aumento de 82,4% em RJs em relação ao mesmo mês de 2022, para 135. O dado é o maior deste ano e apresenta crescimento de 32,4% em relação a julho.
Comércio exterior No sábado, editorial da Folha de S.Paulo avaliou que resultados do Brasil no comércio exterior têm sido e devem ser, até o fim deste ano, excelentes para os padrões brasileiros. No entanto, há necessidade de diversificar exportações. As exportações brasileiras chegaram a US$ 334 bilhões nos últimos 12 meses, o equivalente às vendas de 2022. O saldo da balança comercial está próximo de inéditos US$ 80 bilhões, em termos anuais. De acordo com o jornal, bons resultados se devem ao sucesso de setores da agricultura e de energia. O veículo cita “fraco desempenho recente do investimento produtivo e do consumo de bens duráveis”.
Reforma Tributária Adriana Fernandes, em O Estado de S. Paulo, analisou (23/09) que negociações da proposta de Reforma Tributária no Senado entraram em “fase mais perigosa: sem notícias que impulsionam um debate público de forma transparente e aberta”. A colunista cita movimentação intensa, nos bastidores, dos lobistas de setores interessados em obter mais vantagens e tratamento diferenciado, enquanto a Comissão de Constituição e Justiça da Casa faz audiências públicas. Incluindo o agronegócio, já beneficiado no trâmite anterior, esses setores, de acordo com Fernandes, “querem muito além das exceções que já foram feitas na Câmara”. |
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Marisa Em entrevista publicada no O Estado de S. Paulo nesta segunda-feira, o CEO da Marisa, João Nogueira Batista, diz que não entendeu a reação do mercado após o anúncio da parceria comercial entre a varejista e a Credsystem, empresa especializada em soluções de crédito para o varejo.
Na segunda-feira passada, data em que o acordo foi anunciado, as ações caíram 8,7%, para R$ 0,63. “Essa é uma notícia positiva e estruturante, mas o mercado viu diferente”, afirma.
Segundo o executivo, a nova parceria também resolve os problemas de curto prazo da empresa, já que nos próximos 12 meses a varejista deve receber R$ 110 milhões da financeira. Do total, a empresa embolsa R$ 60 milhões no caixa logo na assinatura do contrato. “O montante representa metade da nossa dívida de curto prazo.”
Supermercados Enquanto dois nomes do varejo alimentar estão em busca de compradores – o Hortifruti Natural da Terra, da Americanas, e o Grupo Pão de Açúcar (GPA), controlado pelo francês Casino -, outros viraram alvo de investidores profissionais, reforçou (24/09) a Coluna do Broadcast, no Estado de S.Paulo.
A nota sublinhou que fundos de private equity estão interessados em supermercados regionais, que atuam em cidades de até cem mil habitantes, com objetivo de comprar o controle e sair em cinco anos. Uma delas, a rede Avenida, que atua no interior do Estado de São Paulo, já sente as mudanças.
Segundo o conteúdo, a rede Avenida teve investimento do Pátria. Com executivos vindos do GPA, não tem foco no grupo. Para o presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), João Galassi, a desconcentração do setor, vista como oportunidade de negócios e de consolidação por investidores, é um quadro benéfico para a inflação do país.
Americanas No sábado, Folha de S.Paulo reportou que a Justiça de São Paulo atendeu a um pedido do Bradesco e autorizou a retomada de perícia em e-mails do alto comando da Americanas. A juíza Andréa Galhardo Palma, da 2ª Vara Regional de Competência Empresarial e de Conflitos Relacionados à Arbitragem, ainda fez advertências a varejista.
A Justiça rejeitou o pedido da Americanas que apontava como suspeita a consultoria Kroll para a perícia em emails do alto comando da varejista e advertiu a companhia contra novas tentativas de suspensão.
Ancelmo Gois (O Globo) registrou que o banco Safra foi à Justiça para barrar o pagamento de R$ 200 milhões a credores trabalhistas e a micro e pequenos fornecedores. Agora, foi em cima no caso das debêntures quitadas pela Americanas, onde cerca de 70% referem-se a fundos da Caixa, formados por pequenos poupadores.
Agronegócio Correio Braziliense entrevistou, anteontem, o diretor-geral do Senar, Daniel Carrara, que fala sobre a atuação da entidade voltada ao aprimoramento dos profissionais da área rural. Segundo ele, depois de 30 anos, é ruim dizer que é o SENAI do setor rural. “Mas não temos vergonha de ser comparado ao nosso ‘primo da indústria’”, ressalta.
Maxmilhas vai à Justiça No sábado, O Estado de S. Paulo indicou que a Maxmilhas protocolou no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) um pedido para ser incluída no processo de recuperação judicial da 123milhas. As duas agências online de viagens integram o mesmo grupo empresarial.
Em nota, a Maxmilhas informou que a medida pretende “assegurar o cumprimento dos compromissos assumidos com parceiros, fornecedores e clientes, e organizar, com máxima transparência, os débitos em um só juízo”. O Globo e Folha de S.Paulo também registraram.
Fidelização e milhas Nesta segunda, a coluna Painel. S.A., da Folha de S.Paulo, noticiou que os consumidores em programas de fidelização resgataram 23,5% mais milhas no segundo trimestre, ante o mesmo período em 2022 . Quase 85% viraram passagens aéreas. Os programas têm 306,3 milhões de cadastros ativos.
Os programas de milhas atraíram atenção desde o colapso da 123milhas. Paulo Curro, da ABEMF (associação do setor), diz que “o mercado de fidelização é formado por empresas que oferecem benefícios a clientes por suas compras e pagamentos.”
Horário de verão O Globo noticiou, sábado, que o Ministério de Minas e Energia (MME) descartou, por ora, a possibilidade de o governo voltar com o horário de verão, com base na avaliação de técnicos da pasta. A política de horário especial foi extinta em abril de 2019, no governo de Jair Bolsonaro.
Porém, o setor de bares e restaurantes argumenta que ele estimula o consumo e a frequência de clientes nos estabelecimentos, além de contribuir para a redução de Custos nas empresas.
Paulo Solmucci, presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), disse que pretende encaminhar um ofício ao presidente Lula, ao vice-presidente Geraldo Alckmin e ao Ministério do Turismo, com um pedido para que o horário de verão seja retomado.
Altas temperaturas O Globo destacou (23/09) que a onda de calor já se reflete no consumo de eletricidade do país, impulsionado pelo maior uso do ar-condicionado. Aprojeção do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) para o mês de setembro é de crescimento de 5,8%, com altas em todas as regiões, mas principalmente no Norte (10,6%) e no Sudeste e Centro-Oeste (6,1%).
A reportagem pontuou que o consumidor foi às compras com as altas temperaturas. As redes de varejo viram a procura por aparelhos de refrigeração disparar. E os preços já começaram a subir.
No Magazine Luiza, houve aumento de 72% nas vendas em lojas físicas entre os dias l2 e 18, concentrado nas regiões Nordeste e Sudeste. Na Americanas, entre 11 e 18 de setembro, houve aumento de 81% nas vendas de ar-condicionado, com maior participação do Sudeste. A procura por ventiladores também aumentou, com alta de 96% nas vendas em lojas físicas.
CVC mira expansão Anteontem, O Globo relatou que a CVC planeja recrutar mil pessoas, o equivalente a um terço de sua força de trabalho atual, mirando uma “expansão robusta” de sua rede de lojas no Brasil. Ao todo, a operadora conta com pouco mais de três mil funcionários, considerando suas 1. 040 lojas —a maioria delas de franquias, com apenas cinco filiais próprias.
Na pandemia, a operadora fechou aproximadamente 400 pontos, quase um terço da rede que possuía. Este ano, voltou a se expandir. Desde janeiro, já abriu 49 unidades, e há outras 27 em processo de implementação. |
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Diferentes temas estão em destaque na cobertura dos principais jornais de alcance nacional nesta segunda-feira. Em manchete, O Globo relata que prefeituras e estados não prestaram contas de como usaram 94% dos recursos recebidos via “emendas Pix” nos últimos três anos. De um total de R$ 6 bilhões repassados de 2020 a 2022, apenas R$ 400 milhões foram justificados ao governo federal, deixando o uso de R$ 5,4 bilhões sem explicação. O Tribunal de Contas da União recomendou que prefeitos e governadores enviem relatórios sobre o gasto desses recursos, mas seis meses após a decisão, os critérios para essa prestação de contas ainda não foram definidos. O foco na sucessão no Congresso é destacado em uma reportagem de O Globo que aborda os esforços dos presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco, e da Câmara, Arthur Lira, em fortalecer seus aliados, Davi Alcolumbre e Elmar Nascimento. Esses aliados pretendem suceder seus padrinhos políticos e usam essa aliança para atrair apoio de diferentes grupos partidários. A disputa pelos cargos ocorrerá no próximo ano, e a proximidade com Pacheco e Lira é vista como uma vantagem para Alcolumbre e Elmar. Na pauta econômica, manchete de O Estado de S. Paulo destaca que o Brasil está se consolidando como o principal exportador agrícola do mundo, superando os EUA em várias commodities, incluindo milho. O país também está prestes a se tornar o terceiro maior produtor mundial de algodão. Essa liderança é resultado de um aumento na produção agrícola interna, impulsionado pela tecnologia e melhoramento genético, além da quebra de safra nos EUA e Argentina e conflitos na Ucrânia. Segundo o relatório do USDA, o Brasil exportou 57 milhões de toneladas de milho, superando os 42,29 milhões dos EUA na safra 2022/2023. O Globo informa que, diante de uma frágil base do governo no Congresso e enquanto aguarda o progresso das pautas econômicas, o Ministério da Fazenda está trabalhando em uma extensa agenda de microrreformas. Das 17 medidas no pacote, mais da metade pode ser implementada apenas pelo Executivo, enquanto algumas requerem a aprovação parlamentar. As reformas abrangem áreas como crédito, seguro e previdência, tributação e mercado de capitais. |
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| O Ibovespa fechou com leve queda de 0,12% nesta sexta-feira (22), aos 116.008 pontos; com isso, o índice encerrou a semana, marcada pelas decisões monetárias do Federal Reserve e do Banco Central brasileiro, com baixa de 2,31%. O dólar fechou praticamente estável, com queda de 0,06%, a R$ 4,932 na compra e a R$ 4,933 na venda. Na semana, contudo, houve alta de 1,25%. |
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