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Black Friday 1
O Globo relata que o fato de este ano a Copa do Mundo coincidir com a Black Friday obrigou o varejo a traçar estratégias para atrair os consumidores. As empresas decidiram apostar em lives, inclusive direto do Catar, sede do Mundial, além de entregas ultrarrápidas e ofertas condicionadas a suas próprias fintechs.
A Americanas, por exemplo, promove de hoje para sexta uma enorme live-espetáculo, o Show da Black Friday, diretamente da Jeunesse Arena, na Zona Oeste do Rio. Dezessete influenciadores, que somam 400 milhões de seguidores nas redes sociais, vão ativar promoções e jogos em um cenário de 1.575 metros quadrados.
Já a Amazon decidiu fazer sua live, de 48 horas, diretamente do Catar. O evento, que começou no primeiro minuto de hoje, é liderado pelo youtuber Fred, do canal Desimpedidos.
Black Friday 2
Valor Econômico conta que, no campo da gastronomia, a Black Friday, marcada para esta sexta-feira, atraiu novos adeptos. E quem já havia aderido à temporada de promoções se mantém. Há restaurantes de primeira linha, mais populares, docerias e até um bar especializado em cerveja.
Meios de pagamento
Coluna do Broadcast (O Estado de S. Paulo) conta que o quarto trimestre do ano costuma ser forte para as empresas de maquininhas, mas a Copa do Mundo fora de época vai atrapalhar. Os jogos da seleção brasileira devem reduzir o fluxo de clientes em uma série de segmentos do comércio e dos serviços, e as companhias do setor estimam deixar de capturar até R$ 7 bilhões em transações.
Stone e PagSeguro esperam deixar de processar até R$ 3 bilhões e até R$ 4bilhões, respectivamente, por causa dos jogos da Copa. “O brasileiro presta atenção à Copa do Mundo”, disse a analistas o CEO do Grupo UOL, controlador da PagSeguro, Ricardo Dutra. A Cielo, líder do setor, não fala em números, mas vê impacto “ligeiramente negativo”.
PIX
O Globo informa que as transações feitas por meio do Pix continuam a superar os pagamentos feitos com cartões de crédito e débito. No segundo trimestre deste ano, foram mais de 5,4 bilhões de transações por meio do Pix, em comparação a quase 4 bilhões de pagamentos feitos com cartões de crédito e 3,8 bilhões com cartões de débito.
A pesquisa, que pela primeira vez traz dados detalhados sobre pagamentos em 2021, mostra que as transações via Pix ultrapassaram as feitas com cartão de crédito já no quarto trimestre do ano passado. E, desde então, não param de crescer. Em setembro, dois meses antes de completar o segundo ano de existência, o Pix chegou à marca de R$ 1 trilhão transacionado em apenas um mês. O número de pessoas físicas cadastradas na ferramenta chegou a 127,8 milhões em outubro. Já o de empresas atingiu 10,5 milhões no mesmo mês.
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