Reforma tributária 1
Valor Econômico avança sobre novo parecer da PEC 110 apresentado ontem, que promove uma reforma tributária, pelo relator Roberto Rocha (PSDB-MA). A proposta tem sido tratada como prioridade pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).
A versão atualizada dobrou o prazo de transição entre os entes federativos – de 20 para 40 anos – e garantiu a utilização de recursos para “manter a competitividade” de empresas com incentivos fiscais.
Reforma tributária 2
O Estado de S. Paulo relata que o Senado adiou votação da reforma tributária na Comissão de Constituição e Justiça para 16 de março, e expôs a falta de consenso sobre a proposta.
O relator do texto, senador Roberto Rocha (PSDB-MA), apresentou ontem, sob crítica, novo parecer da PEC 110 na comissão.
Além de resistências, os senadores não veem empenho do Planalto para aprovar a proposta.
Jornal também detalha que o parecer da PEC 110 apresentado ontem no Senado prevê dois impostos: um federal, substituindo PIS e Cofins por meio da CBS, e outro estadual e municipal, unindo ICMS e ISS.
Rússia x Ucrânia
Imprensa relata que forças russas atacaram alvos em toda a Ucrânia, após o presidente Vladimir Putin prometer “desmilitarizar” o país e substituir seus líderes na manhã de quinta-feira, desencadeando uma “invasão em grande escala” contra o país e a pior crise de segurança na Europa desde a Segunda Guerra Mundial, enquanto o Ocidente ameaça punir com mais sanções em resposta.
Conjuntura
Valor Econômico adianta que a escalada de tensões entre Rússia e Ucrânia preocupa a equipe econômica, disse fonte. O risco é haver redução da atividade nos Estados Unidos e na China, o que pode afetar o país. Na avaliação da equipe econômica, o melhor antídoto para uma possível deterioração no cenário internacional é reforçar as agendas de consolidação fiscal e reformas pró-mercado.
Combustíveis 1
Folha de S.Paulo e Valor Econômico informam que o Senado adiou novamente a votação do pacote de projetos de lei que visa a reduzir o preço dos combustíveis, prevista para ontem.
De acordo com o diário paulista, a decisão foi tomada pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que atendeu ao pedido de senadores de mais tempo para discutir as propostas.
Parlamentares apontaram pressão dos estados para que a proposta não fosse apreciada. Governadores alegam risco de perda de arrecadação.
Combustíveis 2
O Globo veicula que Jair Bolsonaro reiterou que não irá interferir nos preços dos combustíveis, mas acredita que o valor atual vai continuar, sem novo reajuste.
O diário carioca acrescenta que a alta dos preços é um dos principais fatores de desgaste de Bolsonaro, que fez do desses valores pauta prioritária no ano eleitoral. |