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Crédito
O Estado de S. Paulo atenta que o secretário executivo Gabriel Galípolo, número 2 do Ministério da Fazenda, afirmou que a equipe econômica vai atuar para tentar evitar uma crise de crédito no País e dinamizar a economia para garantir o crescimento. A possibilidade de uma forte desaceleração do mercado de crédito num cenário de juros altos entrou no radar e ameaça o crescimento da economia brasileira em 2023.
Reformas
Valor Econômico avança sobre debate sobre reformas econômicas necessárias para o crescimento do país, especialmente a tributária, entre pesquisadores da Fundação Dom Cabral (FDC).
Para Carlos Braga, professor associado da FDC, a aprovação de uma reforma tributária deve ser bem avaliada pelo mercado. Ele ressalta não haver “bala de prata”, como a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, se referiu à reforma.
Já Paulo Paiva pontua que os grandes desafios são controlar a dívida pública e melhorar o equilíbrio orçamentário, bem como tornar o sistema tributário mais eficiente e contribuir para o aumento da produtividade. Ele crê que a reforma será a “possível, não a ideal”.
Outro professor associado, Bruno Carazza, prevê que a discussão sobre reforma na tributação do consumo será dura também com estados e municípios. Ele cita “excesso de otimismo” por parte do governo.
Decisões tributárias
Folha de S.Paulo mostra que apesar das críticas sobre o julgamento que quebrou decisões definitivas em temas tributários, ministros do Supremo Tribunal Federal têm sustentado que o entendimento não criou insegurança jurídica e assegurou isonomia entre contribuintes.
O entendimento foi unânime entre os ministros e houve divergências apenas a respeito de quando a cobrança dos tributos que não foram recolhidos deveria passar a ser feita. Prevaleceu a tese de julgamentos passados.
Os magistrados têm apontado que as empresas que tinham decisões definitivas teriam de iniciar o recolhimento da CSLL a partir da decisão de 2007, que reconheceu a validade do tributo.
Bolsa
Folha de S.Paulo relata que a Bolsa fechou em baixa nesta quarta-feira (22), na volta do feriado de Carnaval, enquanto o dólar ficou mais próximo da estabilidade. Houve uma piora no humor dos investidores após a divulgação da ata da mais recente reunião do Federal Reserve, que aponta um cenário de juros altos por mais tempo. O Ibovespa fechou o dia em baixa de 1,85%, a 107.152 pontos, e o dólar subiu 0,07%, a R$ 5,166.
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