Sistema S
Em editorial, O Estado de S. Paulo destaca a necessidade de modernização do ensino técnico no país. O jornal avalia que, apesar de a reforma do ensino médio ter dado um alento à formação profissional, preconceitos culturais e desafios práticos ainda precisam ser enfrentados.
O texto aponta “as ilhas de excelência, como o Sistema S ou Paula Souza, não conseguem atender a toda a demanda das classes baixas”.
Imposto
Folha de S.Paulo, O Globo e Valor Econômico informam que o governo anunciou que zerou o imposto de importação do etanol e de seis produtos da cesta básica para tentar conter a inflação. O impacto para os cofres públicos é calculado em R$ 1 bilhão por ano. A medida alcança café, margarina, queijo, macarrão, açúcar e óleo de soja e vale até o fim do ano.
Segundo o Ministério da Economia, são itens que registram crescimento de preços acima da média nos últimos 12 meses e cuja redução beneficia principalmente a população de baixa renda.
Dólar
Em manchetes, O Globo e Valor Econômico informam que ontem, pela primeira vez desde junho de 2021, a cotação do dólar comercial fechou abaixo de R$ 5. A alta de preços de commodities como o petróleo e os minérios beneficiam o Brasil.
A guerra entre a Rússia e a Ucrânia está provocando uma alta expressiva de preços de produtos que respondem por cerca de 70% das exportações brasileiras.
Combustíveis
O Estado de S. Paulo expõe interlocução de empresas do setor de petróleo com a Câmara para barrar votação do projeto que cria diretrizes de preços para o diesel, a gasolina e o gás liquefeito de petróleo.
Integrantes do mercado apontam a parlamentares brechas no texto que forçam a mudança na política de preços da Petrobras, alvo de críticas do presidente Jair Bolsonaro, de lideranças do Congresso e da oposição.
Gás
Valor Econômico situa que consumidores de gás canalizado terão custos adicionais de R$ 3,6 bilhões por ano com a eventual derrubada das liminares judiciais que suspenderam o aumento de 50% aplicado pela Petrobras.
A reportagem mostra que a maior parte da conta recairia sobre a indústria, que é a principal consumidora do gás, segundo cálculos da Associação dos Grandes Consumidores Industriais de Energia.
De acordo com Valor, mineração, siderurgia, papel e celulose, petroquímica, cerâmica e vidro são os segmentos potencialmente mais prejudicados, por utilizarem o gás como insumo nos processos industriais. |