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Juros
Folha de S.Paulo pontua que deve ser interrompido hoje o mais longo e intenso ciclo de aperto monetário promovido pelo Banco Central, segundo expectativa majoritária do mercado, que espera a manutenção da taxa básica de juros em 13,75% ao ano.
Ajuste final de 0,25 ponto percentual, que transmitiria uma mensagem mais dura por parte da autoridade monetária, não está descartado pelos economistas.
Inflação
Na Folha de S.Paulo, reportagem afirma que o Brasil se afastou do topo do ranking da inflação entre os países que compõem o G20, após 16 deles divulgarem os dados de agosto. O país saiu da quarta para a oitava posição do grupo.
A reportagem atribui a mudança ao registro do segundo mês consecutivo de queda do IPCA no Brasil e à aceleração dos preços ao consumidor nas principais economias da Europa.
Crédito
Valor Econômico traz que um levantamento realizado pelo Sebrae apontou que a concessão de crédito para os pequenos negócios cresceu mais de 57% no segundo trimestre em relação aos três primeiros meses do ano, chegando a R$ 92,8 bilhões. De janeiro a junho, houve um acréscimo de 0,62% sobre o mesmo período de 2021, chegando a R$ 151,9 bilhões concedidos em operações de crédito para MEI e MPEs. A instituição reuniu os dados com base em informações do BC.
Mercosul
Valor Econômico noticia que o governo pretende mudar, ainda neste ano, regras de exigência de conteúdo regional para o comércio entre os países do Mercosul.
Atualmente, para ficarem livres de tarifas de importação, as exportações dentro do bloco precisam ter pelo menos 60% de conteúdo produzido regionalmente. A ideia é reduzir o volume para 50%.
Segundo o secretário de Comércio Exterior do Ministério da Economia, Lucas Ferraz, o objetivo é agregar mais insumos importados e aumentar a competitividade. O chamado “drawback contínuo”, no entanto, não será aprovado neste ano.
Combustíveis
Chamada de capa no Valor Econômico mostra que a Petrobras fez 11 cortes nos preços dos combustíveis nos últimos dois meses, incluindo um leque amplo de produtos: gasolina, diesel, gás liquefeito de petróleo (GLP), gasolina e querosene de aviação e asfalto.
A queda acumulada na gasolina, entre 20 de julho e 2 de setembro, foi de 19,22%, em quatro rodadas de reduções de preços. Já o diesel caiu 12,84% de 4 de agosto até ontem, considerando três anúncios feitos pela empresa no período.
O conteúdo enfatiza que a Petrobras passou a “derrubar” os preços dos derivados de petróleo no mercado doméstico mais rápido do que fez no primeiro semestre, quando tinha que aumentá-los.
De acordo com fontes, os cortes nos preços estão sendo mais rápidos a despeito de uma métrica existente na Petrobras que leva em conta médias móveis de cotações para definir os reajustes. Segundo o jornal, a Petrobras estaria operando abaixo da média móvel, em um “piso”, facilitando as reduções de preço dos combustíveis. |