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Crédito
Folha de S.Paulo afirma que, com o poder de compra das famílias brasileiras limitado pela queda na renda e inflação, o varejo vem adotando como estratégia facilitar acesso ao crédito e até mesmo ressuscitar o carnê. No cenário atual, em que a renda está comprometida com itens básicos, o acesso ao crédito é a única forma de favorecer o consumo. Entre as principais mudanças estão a possibilidade de parcelar compras no ecommerce sem necessidade de cartão de crédito, bem como a ampliação da quantidade de parcelas.
Mercosul
Principais jornais informam que o ministro de Relações Exteriores do Paraguai, Julio César Arriola, anunciou ontem a conclusão de um acordo de livre comércio entre o Mercosul e Cingapura. O anúncio foi feito na abertura da reunião do Conselho de Mercado Comum (CMC). O Estado de S. Paulo cita que o país asiático é o sexto principal destino das exportações brasileiras, com US$ 939,360 milhões em embarques em junho – ou 2,88% do total.
Para o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Carlos França, a conclusão do acordo “é significativa”. “Esse é o primeiro acordo com um país do Sudeste Asiático, uma das regiões mais dinâmicas no mundo”, destacou.
Estadão também relata que os países do Mercosul chegaram a acordo para reduzir em 10% a Tarifa Externa Comum (TEC) do bloco. A tarifa tem de ser adotada por todos os países integrantes do órgão na importação de bens produzidos fora dele.
Dólar
Folha de S.Paulo expõe que o dólar engatou uma trajetória quase ininterrupta de fortalecimento frente ao real e fechou o pregão desta quarta-feira (20) cotada a R$ 5,462. Segundo o jornal, a apreciação da moeda americana tende a inflar uma inflação que já se encontra em patamares bastante elevados no Brasil, com potenciais impactos na condução da política monetária pelo Banco Central e para a recuperação da atividade econômica.
Orçamento
Imprensa registra que, mesmo com a continuidade do processo de alta da arrecadação, o governo vai ser obrigado a cortar e cancelar novamente gastos às vésperas das eleições para o cumprimento do teto de gastos, a regra que limita o crescimento das despesas à variação da inflação.
Os cálculos iniciais apontam uma necessidade de corte efetivo de cerca de R$ 5 bilhões. Mas o valor do contingenciamento poderá cair para um patamar mais próximo de R$ 3 bilhões com ajustes por dentro do próprio Orçamento |