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Novo Refis
Manchete em O Estado de S. Paulo revela que o Congresso articula novo programa de parcelamento de débitos tributários (Refis) para médias e grandes empresas. A proposta deve deixar de fora dívidas pessoas físicas.
Na Câmara, a ideia é beneficiar apenas empresas que tiveram queda de faturamento devido à pandemia. Consenso com o Senado é de que o escopo precisa ser reduzido em relação ao que no ano passado havia sido aprovado pelos senadores.
O modelo anterior foi engavetado pelos deputados por ter sido considerado muito “generoso” e “abrangente” por lideranças, incluindo o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).
O Globo acrescenta que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), tenta retomar projeto que viabiliza nova rodada do Refis. Pacheco defende que a proposta, que reabre o prazo até 30 de setembro deste ano para adesão ao Programa Especial de Regularização Tributária (Pert), também possa beneficiar pessoas físicas.
Jornal ressalta que a posição do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), é de que o Refis sirva apenas para empresas afetadas pela pandemia.
Inflação
O Estado de S. Paulo relata que o Ministério da Economia revisou para cima a projeção para a inflação oficial este ano – a estimativa para a alta de preços neste ano passou de 6,55% para 7,90%.
Mesmo assim, o titular da pasta, Paulo Guedes, disse ontem que o Brasil já saiu do “inferno” da inflação, ao contrário de países desenvolvidos.
ICMS
Em manchete, O Globo situa que o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) articula, com apoio do governo, medida que pode representar baque no caixa dos estados. Com o objetivo de frear a inflação, a proposta envolve a padronização das alíquotas de ICMS em 17% para energia e combustíveis. Segundo cálculos de governos locais, os estados poderiam ter uma redução de R$ 70 bilhões a R$ 100 bilhões por ano.
Diesel
Folha de S.Paulo informa desacordo em reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária para discutir o novo modelo de cobrança do ICMS sobre o diesel, alvo de uma liminar do Supremo Tribunal Federal (STF) que pode aumentar o preço do combustível.
O governo propôs a adoção da regra de transição prevista na nova lei do ICMS, que calcula o imposto com base em uma média das alíquotas dos últimos 60 meses.
O Comitê Nacional de Secretários da Fazenda, Finanças, Receitas ou Tributação dos Estados e Distrito Federal pedirá mais tempo ao ministro do STF André Mendonça para questionar a liminar.
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