|
Editorial de O Globo (01/05) defendeu que o Brasil precisa dar prioridade ao setor de turismo. Segundo o texto, a recuperação é visível, mas as políticas ainda não fazem jus ao potencial de geração de empregos. Jornal destacou que um levantamento da indústria hoteleira constatou que o Rio recuperou 60% dos turistas estrangeiros em relação a 2021. Pesquisa da CNC revelou que, entre julho de 2020 e fevereiro passado, metade das cidades que mais abriram vagas de trabalho tem o turismo como principal atividade.
Folha de S.Paulo (30/04) relatou que a CNC projeta que, em um cenário de inflação forte, renda fraca e juros elevados, as vendas do Dia das Mães no Brasil devem recuar 1,8% em 2022 em relação a 2021. Pelos cálculos da entidade, o comércio varejista tende a movimentar R$ 14,42 bilhões em decorrência da data. No ano passado, as vendas somaram R$ 14,68 bilhões, a maior quantia desde 2015 (R$ 15,1 bilhões), de acordo com estimativas atualizadas da confederação.
“A crise sanitária começa a sair de cena, mas aparece a deterioração das condições de consumo neste ano”, afirma Fabio Bentes, economista da CNC. “A previsão é de um Dia das Mães morno”, acrescenta o economista. O ramo de vestuário, calçados e acessórios costurna responder pela maior fatia das vendas da data. Neste ano, o cenário não deve ser diferente.
Telejornal Hora Um (TV Globo) destaca que o Dia das Mães é uma data bastante esperada pelo comércio e, apesar de uma previsão mais tímida para as vendas, a estimativa é que este ano seja o segundo mais lucrativa, desde 2015. Reportagem traz dados da CNC e entrevista com o economista da CNC Fabio Bentes.
“Sem dúvida alguma, se a inflação estivesse perto do teto da meta de inflação, 6%, por ali, seguramente, o varejo estaria experimentando não uma queda, mas um ligeiro crescimento no volume de vendas esse ano”, disse.
Folha de S.Paulo (01/05) afirmou que, após mais de dois anos de medidas de combate ao coronavírus, o legado da pandemia para a economia brasileira já pode ser resumido em aumento da inflação e da taxa de juros. Texto destacou que a inflação corroeu o poder de compra da população e registrou que, em março, quase oito em cada dez famílias (77,5%) estavam endividadas, segundo a CNC.
Também na Folha (30/04), reportagem abordou a importância da educação com foco em finanças estar desde cedo na escola. Texto lembrou que, em fevereiro de 2022, o percentual de famílias brasileiras com dívidas alcançou maior patamar desde março de 2010, atingindo 27%, de acordo com números da CNC. |