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Bares e restaurantes 1
O Estado de S. Paulo informa que o presidente do conselho da Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador (ABBT), Alaor Aguirre, criticou ontem proposta apresentada pelo deputado Paulinho da Força (Solidariedade) para pagar o vale-refeição e o vale-alimentação em dinheiro vivo ou em depósito em conta. Segundo Aguirre, a medida provocaria o encolhimento do mercado de vouchers no País, além de comprometer o faturamento de bares, restaurantes e mercados – já que os trabalhadores poderiam usar os valores do benefício para pagar outras contas.
Estimativas indicam que o mercado de vale-refeição e vale-alimentação movimenta R$ 100 bilhões por ano. A ABBT não divulga esses números.
Bares e restaurantes 2
Painel S.A. (Folha de S.Paulo) conta que a Terceira Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região decidiu que o grupo Bar do Juarez, com cinco unidades em São Paulo, tem direito aos benefícios fiscais previstos no Perse (Programa Emergencial de Recuperação do Setor de Eventos) mesmo sem inscrição no Cadastur até a data da publicação da lei, em maio de 2021.
A lei do ano passado prevê que as empresas poderão ter isenção dos tributos federais (PIS, Cofins, IRPJ e CSLL) por cinco anos. Porém, uma portaria da PGFN (Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional) limitou o benefício a quem tinha inscrição até maio do ano passado.
A determinação abre precedente no setor de eventos, no qual estão inseridos bares e restaurantes, que há tempos pleiteia na Justiça a redução de impostos.
Supermercados x Farmácias
A coluna Painel S.A. (Folha de S.Paulo) também relata que voltou a esquentar nesta semana uma briga que se arrasta há mais de uma década entre supermercados e farmácias. Está no radar de votações da Câmara dos Deputados um projeto que pode liberar os supermercados para venderem medicamentos isentos de prescrição (MIPs), como xaropes, analgésicos e antiácidos.
O PL 1774/19, abre discussão sobre a quebra do monopólio das farmácias na venda desses remédios e opõe os dois setores que são diretamente atingidos pela proposta.
De um lado, a Abrafarma (Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias), contrária à mudança, afirma que a presença de um farmacêutico é essencial para tirar eventuais dúvidas dos clientes e evitar complicações médicas com o mal uso desses remédios.
Do outro, a Abras (Associação Brasileira de Supermercados) diz que a quebra da reserva de mercado vai diminuir os preços desses medicamentos e que já elabora uma cartilha preparando as empresas para receberam as mudanças.
Varejo
Coluna do Broadcast (O Estado de S. Paulo) registra que uma combinação de perspectivas levemente mais otimistas para a economia deu impulso às varejistas na Bolsa. Analistas destacam a revisão para cima do PIB, no relatório Focus, do Banco Central, assim como a queda no preço dos combustíveis como pontos positivos para o setor. Magazine Luiza foi destaque do Ibovespa, com alta de 5,43% ontem. Via (1,67%) C&A (4,27%) e Petz (1,55%)tiveram um dia de ganhos.
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