| Reportagem da Folha de S.Paulo (15/01) sobre o desempenho do setor varejista em novembro trouxe análise do economista Fabio Bentes, da CNC: “O ritmo da retomada é lento. Aquela expectativa de recuperação em V não é bem assim. Em um primeiro momento, as vendas até reagiram, mas, no caso do comércio, a inflação mais alta costuma levar o consumo das famílias para itens essenciais”, avalia.
Correio Braziliense (15/01) trouxe dados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), realizada pelo IBGE, que indica que o volume de vendas do comércio varejista no país cresceu 0,6% em novembro de 2021. Mesmo com esse resultado, mais da metade das atividades apresentou desempenho negativo no período . No ano, o varejo acumula alta de 1,9% e nos últimos 12 meses, crescimento de 1,9%.
O resultado de novembro veio acima da expectativa da CNC, que projetava estabilidade em relação a outubro. A entidade avalia que o aumento da circulação de consumidores permitiu a reação do setor, após as duas ondas da pandemia se mostrarem próximas ao esgotamento. No entanto, o cenário não deve se repetir nos próximos meses.
“Na semana que antecedeu o Natal, a média semanal de fluxo de consumidores chegou a superar em 20% o nível pré-pandemia”, apontou a Confederação. “Contudo, a rápida disseminação da variante ômicron e a natural desaceleração das compras após as festas de fim de ano passaram a constituir um cenário desafiador para o setor no início de 2022.”
Segundo a CNC, além do ritmo intenso dos reajustes no atacado e da incapacidade de repasse integral das altas de preços ao consumidor final, somam-se ao cenário de piora das condições de consumo o encarecimento do crédito e a letargia do mercado de trabalho.
Jornal da Globo (TV Globo, 14/01) ressaltou que, mesmo com a melhora do comércio, o momento difícil da economia afetou o modelo de consumo para meses de novembro. Com a inflação alta elevando a taxa básica de juros, além do desemprego, a CNC reduziu a expectativa de aumento das vendas neste ano. Nesse início de 2022, as consequências da variante Ômicron ameaçam o desempenho principalmente das atividades mais presenciais.
Editorial do Correio Braziliense avalia que, faltando menos de oito meses para as eleições, pouco sabem os brasileiros sobre as propostas dos pré-candidatos a presidente, governador, senador, deputados federal e estadual.
Texto faz análise da situação econômico afirma que estudo da CNC revela dado preocupante: queda de 7,1% da movimentação de consumidores no varejo e no setor de serviços durante a primeira semana de janeiro.
Em reportagem sobre a inflação dos pets, O Estado de S. Paulo (16/01) trouxe declaração do economista da CNC Fábio Bentes: “Em anos anteriores, tivemos esses preços de itens voltados para pets subindo menos do que a inflação geral do País”. Ele destacou que o preço da comida para pets subiu acima da alimentação doméstica. |