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Renda 1
Valor (10/10) informa que o rendimento do trabalho voltou a crescer, por uma combinação de menor inflação e composição dos empregos gerados, com mais postos de trabalho com carteira assinada. O movimento sinaliza uma mudança no comportamento da renda, que vinha sendo achatada desde a retomada das atividades presenciais.
Dados da Pnad Contínua Mensal mostram que a redução da inflação tem tido papel de aumentar o poder de compra da renda, mas as variações nominais também mostram aceleração, segundo o economista Daniel Duque, do FGV Ibre.
Renda 2
O Globo (10/10) conta que, no Brasil, 38,7 milhões de pessoas vivem em lares sem qualquer renda do trabalho. Elas representavam 17,9% da população em 2021, segundo maior patamar já registrado desde 2012.
O país ainda tem 2% da população, cerca de 4 milhões de pessoas, que não recebem qualquer tipo de remuneração: não têm emprego, recursos de aposentadoria nem benefícios sociais.
Endividamento das empresas
Folha (10/10) relata que o patamar elevado da taxa de juros e as dificuldades financeiras causadas pela pandemia, pela guerra na Ucrânia e pelo risco de desaceleração global têm se refletido no nível de endividamento das empresas com ações negociadas na Bolsa.
Além disso, os planos de investimento para expandir as operações também contribuem para o grau de endividamento.
Segundo levantamento da plataforma TradeMap, empresas de educação e de energia aparecem com maior nível de endividamento. O setor imobiliário também aparece entre os destaques.
Câmbio
Valor Econômico (10/10) atenta que as apostas no fortalecimento do real aumentaram depois do resultado do primeiro turno das eleições. O nível elevado dos juros brasileiros e avaliação de que a Selic ficará inalterada nos próximos meses já estavam presentes no cenário, mas os números do pleito abriram espaço para uma melhora do humor em relação às perspectivas para a moeda brasileira.
Pobreza
Folha de S.Paulo (09/10) relatou que, em 2021, 9,2% dos domicílios brasileiros tinham renda por pessoa (per capita) de até RS 210 por mês, o valor da linha de pobreza para que uma família se qualifique para ser atendida pelo Auxílio Brasil. O percentual correspondia a quase 6,7 milhões de lares em um universo de 72,2 milhões. Em número de pessoas, quase 22,3 milhões estavam em situação de pobreza (10,5% da população total), indica um levantamento do pesquisador André Salata, coordenador do laboratório de estudos PUCRS Data Social.
O recorte utiliza micro dados da Pnad Contínua com recorte anual. Essa versão da Pnad, divulgada pelo IBGE, vai além do mercado de trabalho e contempla outras fontes de renda, incluindo programas sociais.
Combustíveis
Folha de S.Paulo (08/10) revelou que depois de 14 semanas consecutivas de forte queda, os preços dos combustíveis começam a se estabilizar nos postos brasileiros, segundo pesquisa de preços da ANP, divulgada ontem.
Conforme o jornal, a desaceleração do ritmo de queda reflete a falta de cortes de preços nas refinarias em um cenário de petróleo mais caro. O texto mencionou que a Petrobras tem sido pressionada a não repassar ao consumidor a alta das cotações internacionais.
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