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Varejo
Principais jornais informam que a queda dos preços de alimentos para a residência e de combustíveis e lubrificantes impulsionou as vendas no varejo em setembro, ajudando o setor a interromper uma sequência de quatro quedas consecutivas. Ainda assim, economistas ponderam que o segmento mantém a trajetória de desaceleração observada nos meses anteriores, com diferenciação marcada entre o desempenho de bens sensíveis à renda e dos sensíveis ao crédito.
O volume de vendas no varejo restrito teve alta de 1,1% em setembro, ante agosto, na série com ajuste sazonal, e 3,2% em relação ao mesmo mês de 2021. O resultado veio acima das medianas estimadas pelo Valor Data, que eram de, respectivamente, 0,2% e 1,2%.
Impostos
O Estado de S. Paulo destaca declaração do economista Pérsio Arida, membro da equipe de transição do governo, durante webinar promovido pela Câmara de Comércio França-Brasil.
Na avaliação de Arida, o provável avanço de uma reforma tributária que unifique impostos sobre consumo em um Imposto de Valor Agregado (IVA) será positiva para a produtividade do país. De acordo com ele, a discussão sobre a reforma já está amadurecida.
Para o especialista, “se forem feitas essas duas reformas, a do IVA e a abertura da economia para o comércio internacional, nós estamos criando dois fatores que certamente elevarão muito a produtividade brasileira”.
Folha de S.Paulo e Valor Econômico avançam em frente semelhante.
Auxílio Brasil
O Estado de S. Paulo e O Globo relatam que investidores do mercado financeiro reagiram mal à alternativa em avaliação de retirar de forma permanente as despesas do programa de transferência de renda do teto de gastos, a regra que limita o crescimento das despesas à inflação. A medida é uma das opções na mesa para viabilizar o Auxílio Brasil de R$ 600 no ano que vem. A preocupação se dá porque a alternativa vem ganhando força na equipe de transição nos últimos dias.
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