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Inflação
O Estado de S. Paulo revela arrefecimento da inflação oficial do país em maio, impactada pela queda na conta de energia elétrica, que passou pelo acionamento da bandeira tarifária verde, e pela redução nos preços de alguns alimentos in natura.
Segundo o IBGE, o IPCA desacelerou de 1,06%, em abril, para 0,47% em maio. A taxa em 12 meses alcançou 11,73% (antes era 12,13%).
Apesar de alguns especialistas acreditarem que o pico inflacionário já tenha passado, outros preveem nova aceleração ao menos nos próximos dois meses.
Desaceleração
Folha de S.Paulo comunica que o ministro da Economia, Paulo Guedes, exaltou ontem que a inflação começou a perder velocidade em maio. Ele destacou a atuação do governo para amenizar impactos econômicos da guerra na Ucrânia.
Combustíveis 1
Folha de S.Paulo expõe que preços da gasolina e do diesel nas refinarias brasileiras estão hoje R$ 0,89 abaixo das cotações internacionais. Os dados são do indicador de defasagem divulgado ontem pela Associação Brasileira das Importadoras de Combustíveis.
Combustíveis 2
Valor Econômico registra que a desoneração de PIS/Cofins sobre as vendas de etanol pode reduzir mais o valor que as usinas recebem pelo produto.
A reportagem lembra que já haverá perdas em consequência da redução do diferencial de ICMS em relação às alíquotas pagas pela gasolina.
ICMS
O Globo noticia que o relator do projeto que cria um teto para o ICMS, o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), afirmou que o projeto vai impactar o caixa dos estados e municípios em apenas R$ 53,5 bilhões por ano, no máximo.
A reportagem ressalta que os governadores haviam dito que poderia ser de até R$ 82,6 bilhões anuais. Bezerra Coelho usou cálculo feito pela Consultoria de Orçamentos, Fiscalização e Controle do Senado Federal, enquanto os estados utilizaram previsão do Comsefaz.
O parlamentar também contrariou cálculo da Confederação Nacional dos Municípios, que projetava impactos a estados e municípios de R$ 61,76 bilhões. Ele, no entanto, não explicou por que a estimativa do Senado é menor que a dos outros colegiados.
Eletrobras
Manchete no Valor Econômico destaca a conclusão da privatização da Eletrobras em megaoferta com o papel a R$ 42. A estatal vendeu 802,1 milhões de ações, movimentando R$ 33,7 bilhões entre os lotes base e suplementar.
A reportagem detalha que, na comparação em dólares, o montante representa pouco mais que o dobro do volume da privatização da Vale, sendo 78% maior que a do Banespa. Foi a segunda maior privatização já ocorrida no país, perdendo apenas para a da Telebras.
O Estado de S. Paulo acrescenta que a conclusão da oferta de ações da Eletrobras, ontem, foi recebida com otimismo por analistas, que acreditam na redução do risco relacionado à empresa do setor elétrico.
A reportagem cita expectativas pela troca de executivos da companhia e também do conselho de administração. O governo terá menos assentos no colegiado, abrindo espaço para que fundos de investimento indiquem seus representantes.
De acordo com o Estadão, analistas do setor acreditam que a empresa poderá ter mais fôlego para investir, incluindo em fontes de energia renováveis.
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