Inflação
Principais jornais repercutem dados do IBGE de que o índice oficial de inflação no Brasil avançou 0,54% em janeiro. Esse é o maior resultado no mês para o IPCA em seis anos.
Imprensa que o resultado sinaliza desaceleração em comparação com dezembro, quando o avanço fora de 0,73%, mas o indicador segue em dois dígitos em 12 meses – alta acumulada até janeiro chegou a 10,38%.
Jovens
Manchete do Valor Econômico destaca levantamento exclusivo da IDados, a partir da Pnad Contínua do terceiro trimestre de 2021, indicando que 11,675 milhões de jovens entre 15 e 29 anos que não estudam nem trabalham, quase metade estão nas regiões Norte e Nordeste.
Os chamados jovens nem-nem equivalem a 48%, ou 5,6 milhões em números absolutos. Entre os principais fatores apontados para a incidência maior nessas regiões estão pobreza, mercado de trabalho menos dinâmico e escolas públicas mais precárias.
Contas públicas
Valor, Folha e O Estado de S.Paulo expõem que o Ministério da Economia lança nesta quinta-feira um estudo segundo o qual o resultado das contas públicas em 2021 foi melhor do que o projetado pela equipe econômica do governo de Michel Temer, apelidado de “dream team”. Os dados sugerem que os efeitos da pandemia sobre as contas públicas foram superados e a trilha projetada em 2018 foi retomada.
Combustíveis
Folha de S.Paulo e Valor Econômico revelam que o governo Bolsonaro considera agora a possibilidade de incluir a autorização para reduzir tributos sobre o diesel em um projeto de lei complementar já em tramitação no Senado.
A Folha detalha que essa seria uma alternativa a entraves ao avanço das PECs protocoladas no Congresso que propõem a redução de tributos sobre combustíveis, entre outras medidas.
De acordo com a reportagem, a principal preocupação de integrantes do governo é blindar Bolsonaro na busca pela reeleição – a lei proíbe a concessão de novos benefícios no ano de realização do pleito.
Etanol
Folha de S.Paulo também mostra que a venda de etanol hidratado diretamente das usinas para os postos teve participação quase nula no mercado nos seus dois primeiros meses de vigência.
A reportagem lembra que a medida foi apoiada por Jair Bolsonaro como alternativa para reduzir os preços dos combustíveis no país. Para as distribuidoras, a pouca adesão reforça a tese de que a iniciativa não terá grande impacto no mercado.
De acordo com Folha, produtores de etanol reclamam que o modelo atual gera insegurança jurídica e, por isso, as vendas ainda não deslancharam. |