Refis
Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo e O Globo informam que Jair Bolsonaro deve sancionar o projeto de lei que implementa o chamado Refis de pequenas empresas, que pretendia abrir um programa de renegociação de débitos tributários para MEIs e optantes do Simples Nacional.
De acordo com Folha, a decisão representa mudança em relação à indicação inicial de veto integral e contraria recomendação do Ministério da Economia, que apontou riscos de violação à Lei de Responsabilidade Fiscal, dispositivos da Lei de Diretrizes Orçamentárias e da Constituição.
Imprensa lembra que Bolsonaro já havia contrariado a equipe econômica ao autorizar desoneração da folha de pagamento de 17 setores por mais dois anos, quando foi sancionada sem nenhuma compensação pela perda de receitas.
Pandemia
O avanço da variante ômicron domina as manchetes dos principais jornais nesta sexta-feira (7). Folha de S.Paulo reporta que a primeira morte causada pela nova variante no Brasil foi confirmada ontem, em Goiás. O aumento das infecções já sobrecarrega o sistema de saúde e vários eventos já foram cancelados.
O Estado de S. Paulo complementa que os planos de retorno presencial de várias empresas estão sendo frustrados pelo aumento dos casos de covid-19 e influenza.
Em O Globo, manchete destaca que mais de 2 mil cidades do Brasil pedem ajuda ao governo federal para lidar com o avanço do coronavírus e influenza. Os municípios pedem ajuda para a compra de remédios e testes rápidos.
Inflação
Manchete no Valor Econômico repercute a expectativa de economistas de forte desaceleração da inflação em 2022, em resposta ao ciclo de aperto monetário e à normalização das cadeias produtivas globais.
Ao menos por enquanto, neste ano não deve haver choques nos preços de combustíveis e energia, como os observados em 2021. Os especialistas estimam variação de 5% para o IPCA deste ano, no teto do objetivo fixado pelo Banco Central.
De acordo com Valor, incertezas fiscais e eleitorais e alguma inércia impedem que as projeções se aproximem mais do centro da meta de inflação para o ano, de 3,5%.
Poupança
Principais jornais contam que os saques em caderneta de poupança superaram os depósitos em R$ 35,49 bilhões em 2021. Este é o primeiro resultado anual negativo desde 2016, quando a retirada líquida foi de R$ 40,7 bilhões. No ano, os brasileiros depositaram R$ 3,4 trilhões e sacaram R$ 3,45 trilhões. Em dezembro, a poupança teve entrada líquida de R$ 7,66 bilhões. Normalmente a caderneta tem resultado positivo no período em razão do pagamento do 13º salário. |