Facebook
Os prejuízos decorrentes da pane que tirou do ar o WhatsApp, o Facebook e o Instagram são destaque nas capas dos principais jornais. Empresas e usuários de todo o mundo ficaram sem acesso aos aplicativos durante cerca de sete horas, a partir das 12h30 de ontem. A causa da instabilidade ainda não foi esclarecida. No entanto, o governo americano descartou a possibilidade de atuação de hackers.
A falha gerou perdas bilionárias ao mundo dos negócios, especialmente àqueles que utilizam as ferramentas como principais instrumentos de trabalho. As ações do Facebook caíram 4,89% e o CEO das três empresas, Mark Zuckerberg, perdeu US$ 6 bilhões no mercado financeiro.
O Estado de S. Paulo relata que a queda de todos os serviços do Facebook, incluindo o Whatsapp e o Instagram, teve um impacto em muitas empresas de pequeno porte, que dependem dos serviços para falar com clientes e fornecedores.
Painel S.A. (Folha de S.Paulo) acrescenta que varejistas que usam WhatsApp e Instagram em seus comércios online ainda calculam o tamanho do estrago que a pane das redes sociais provocou nos negócios.
Marcelo Silva, presidente do IDV, associação que reúne as grandes redes, afirma que está difícil mensurar o impacto por causa da falta de comunicação com os membros da entidade. Mauro Francis, da Ablos (dos lojistas de redes menores), diz que o prejuízo vai ser pior nas vendas promovidas pelo Instagram.
Inflação
Manchete do Valor Econômico afirma que o Banco Central não vai tolerar uma inflação mais alta no curto prazo e deve subir a taxa de juros o quanto for necessário para buscar o cumprimento da meta de inflação em 2022, afirmou ontem Roberto Campos Neto.
Segundo o presidente da autarquia, o BC não vai trabalhar com uma meta ajustada pensando em fazer uma convergência mais gradual da inflação, como defendem alguns economistas.
Campos disse acreditar que, com o ritmo atual de alta de juros, o BC levará a inflação às metas. E que, olhando para o índice acumulado em 12 meses, o ápice da inflação será observado no mês de setembro. Depois, a trajetória deve começar a desacelerar.
Conta de luz
O Estado de S. Paulo e O Globo assinalam que o deputado Adolfo Viana (PSDB BA), relator da medida provisória que estabeleceu regras para enfrentamento da crise hídrica, rebateu ontem cálculos de associações do setor elétrico de que parecer vai aumentar novamente a conta de luz.
Segundo a Associação dos Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace) , alguns “jabutis” foram incluídos e terão um custo de até R$ 46,5 bilhões. |