Com 396,4 mil empregos, comércio e serviços lidera empregabilidade no Amazonas

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O setor de Comércio e Serviços do Amazonas fechou o mês de novembro de 2025 como o principal motor do mercado de trabalho no Amazonas, segundo os novos dados do Cadastro Geral de Empregos (Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Conforme o Caged, o segmento responde por 68,6% do total de empregos formais do Estado, tendo atingido a cifra de 396.494 postos de trabalho em novembro, novo recorde histórico, além de manter uma trajetória de crescimento contínuo nos últimos meses.

Para se ter ideia do tamanho destes números do comércio, as mais de 500 empresas do Polo Industrial de Manaus (PIM) geraram até novembro um total de 144.943 empregos diretos, entre efetivos e temporários.

“Em julho de 2025 nós estávamos só com 387 mil empregos formais no Estado e em novembro este número passou para 396.494 postos de trabalho formais, um incremento muito forte em face das dificuldades que o setor de comércio e serviços tiveram ao longo de 2025”, analisou o presidente da Federação do Comércio do Amazonas (Fecomércio-AM), Aderson Frota.

Aderson explicou que comércio e serviços tiveram um primeiro semestre de 2025 foi muito difícil porque os juros altos levaram a inadimplência do consumidor e, portanto, a falta de acesso ao crédito, uma das molas para o setor. Para superar, o presidente afirma que uma série de fatores, como negociações paralelas, devolveram a capacidade de compras do consumidor.

Outra mola deste crescimento da empregabilidade foram as datas comerciais, como a Black Friday de novembro. Conforme o presidente, a maioria dos empresários saíram desta data muito otimistas e prometendo contratar mais para atender as demandas do Natal, quando tradicionalmente as vendas explodem.

“Em relação a novembro de 2024, o crescimento foi de 3%. Em relação a dezembro o crescimento foi ainda maior: 5%%. Portanto temos orgulho de dizer que somos, no contexto da nossa economia, o segmento que mais emprega trabalhadores no Amazonas”, analisou Aderson, acrescentando que dentro do segmento o maior destaque ficou com o Setor de Serviços, que não conseguia crescer e deu uma disparada no segundo semestre.

Fonnte: Fecomércio-AM.

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