Sumário Econômico 1568

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Vendas de Páscoa crescerão pelo terceiro ano seguido – De acordo com previsões da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), as vendas do varejo voltadas para a Páscoa deste ano deverão crescer 1,5% em relação à Semana Santa do ano passado, já descontada a inflação do período. Confirmada a projeção, este seria o terceiro ano seguido de crescimento real das vendas, porém em um ritmo inferior ao registrado no ano passado. Em 2017 e 2018, o varejo registrou variações de +1,1% e +2,0%, após acumular perda de 5,2% durante a recessão de 2015-2016.

Vendas de Páscoa crescerão pelo terceiro ano seguido – De acordo com previsões da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), as vendas do varejo voltadas para a Páscoa deste ano deverão crescer 1,5% em relação à Semana Santa do ano passado, já descontada a inflação do período. Confirmada a projeção, este seria o terceiro ano seguido de crescimento real das vendas, porém em um ritmo inferior ao registrado no ano passado. Em 2017 e 2018, o varejo registrou variações de +1,1% e +2,0%, após acumular perda de 5,2% durante a recessão de 2015-2016. O maior avanço real nas vendas de produtos relacionados à Páscoa ocorreu em 2010 (+9,5%), ano em que a economia cresceu 7,5%.

 

O perfil regional de endividamento e inadimplência das famílias brasileiras no 1º trimestre de 2019 – No primeiro trimestre de 2019, a média do percentual de famílias que relataram ter dívidas entre cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro, no Brasil, alcançou 62,8%, o que representa uma alta em relação à média do ano de 2018, quando o indicador havia alcançado 59,3% das famílias. Em março de 2018, 14,1% das famílias brasileiras disseram estar muito endividadas. A melhor percepção de endividamento entre as regiões foi a do Centro-Oeste, onde apenas 7,5% das famílias relataram estar muito endividas. Na mesma região, 40,3% das famílias declararam-se pouco endividadas e 35,1%, não ter dívidas. Já na região Sul, 19,7% das famílias se disseram muito endividas.

 

E-commerce em 2018 – Segundo o relatório Webshoppers divulgado pela Ebit, o comércio eletrônico cresceu 12% em 2018, lcançando um faturamento de R$ 53,2 bilhões. Com isso, o País teve grande influência no aumento de 17,9% do setor na América Latina. O segmento de maior impacto monetário foi o de eletrodomésticos, correspondendo a 19,6% do total. A Black Friday e o Natal foram as principais datas comemorativas, sendo que a última foi responsável por 10% de todo o faturamento do ano. Já a primeira data faturou R$ 2,6 bilhões, 4,9% do total. Esse crescimento foi impulsionado principalmente pelo aumento de 11% no número de pedidos, totalizando 123 milhões. Enquanto o ticketmédio dessas compras foi de R$ 434, ligeiramente maior (1%) do que em 2017. As categorias de ticket médio e baixo foram as de maior destaque, principalmente a de perfumaria e cosméticos, com alta nos pedidos de 51%, um percentual de 16,4% do total, e ticket médio de R$ 181.

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