Sumário Econômico 1538

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Avança o desemprego no turismo em junho – Pesquisa da CNC sobre os dados do Caged de junho revelou que os serviços ligados ao turismo continuaram amargando prejuízos, uma vez que se manteve a tendência do desemprego de maio. No mês de junho, as atividades turísticas brasileiras fecharam 7.743 postos de trabalho, mostrando a continuidade do processo ocorrido em maio, bem como revelando as perdas que os negócios do turismo vêm sofrendo. Em maio, o número de desempregados foi um pouco maior, atingindo 8.754 trabalhadores.

Avança o desemprego no turismo em junho – Pesquisa da CNC sobre os dados do Caged de junho revelou que os serviços ligados ao turismo continuaram amargando prejuízos, uma vez que se manteve a tendência do desemprego de maio. No mês de junho, as atividades turísticas brasileiras fecharam 7.743 postos de trabalho, mostrando a continuidade do processo ocorrido em maio, bem como revelando as perdas que os negócios do turismo vêm sofrendo. Em maio, o número de desempregados foi um pouco maior, atingindo 8.754 trabalhadores. Nesses dois meses, o desemprego acumulou 16,5 mil pessoas, reflexo do tamanho do ajuste que as empresas realizaram. No curto prazo, a melhora do setor vai depender do otimismo dos consumidores quanto às perspectivas do mercado de trabalho, à estabilidade dos preços e à folga para gastos novos nos orçamentos. Também vai depender da capacidade de a economia voltar a crescer. Enquanto isso não acontece, o emprego no setor continuará sofrendo as oscilações da conjuntura econômica, retrato do desempenho das empresas do setor.

Crédito representa 46,8% do PIB – Dados mais recentes divulgados pelo Banco Central mostraram que o saldo das operações de crédito do sistema financeiro teve aumento de 0,7% em junho de 2018 contra o mês imediatamente anterior, o quarto aumento consecutivo. O saldo total dos empréstimos e financiamentos alcançou o valor de R$ 3,1 trilhões no último resultado, representando 46,8% do PIB. No acumulado dos últimos 12 meses encerrados em junho, a variação foi de +1,7%, 3,4 p.p. acima da variação de -1,7% observada no mesmo período anterior. No tocante à comparação anual, no primeiro semestre deste ano, houve crescimento de 1,2%, representando a continuidade do processo de elevação do crédito pela terceira vez seguida. A inadimplência de pessoa física com recursos livres foi de 5,0% em junho, apresentando estabilidade em relação a maio de 2018. Já em relação a junho de 2017, a inadimplência também recuou, sendo a aquisição de outros bens a principal categoria, com taxa 2,4 p.p. menor. A inadimplência geral ficou em 3,1% e a taxa total das pessoas físicas foi de 3,5%, em ambos os casos houve redução na taxa em comparação a junho de 2017, -0,7 p.p. e -0,4 p.p., respectivamente.

Porque os problemas argentinos não são apenas no futebol – As adversidades da Argentina não ficaram restritas ao futebol apresentado na última Copa da Rússia. A revista The Economist recentemente classificou como “rochosa” a crise na economia do país vizinho, e afirmou que os desequilíbrios cambiais estão longe de acabar. O ano de 2018 começou mal para o sócio do Brasil no Mercosul, com a pior seca da história argentina dos últimos 50 anos, que devastou as colheitas de milho e soja, importantes culturas da pauta de exportações. O peso despencou frente ao dólar, provocando aumentos generalizados dos preços no atacado. A inflação argentina é hoje de 26%, e a redução dos subsídios do governo impactou na conta mensal de eletricidade dos hermanos, que subiu de uma média de 700 pesos para algo em torno de quatro mil pesos (ou US$ 142).

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