Sumário Econômico 1536

Compartilhe:

Comércio perde R$ 7,4 bi em maio – Greve dos caminhoneiros derruba as vendas do varejo ampliado pela primeira vez no ano. Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revisou de +5,0% para +4,8% expectativa para 2018. Os 11 dias de paralisações provocadas pela greve dos caminhoneiros levaram as vendas dos dez segmentos que compõem o varejo ampliado a recuar 4,9% em maio, na comparação com o mês imediatamente anterior.

Comércio perde R$ 7,4 bi em maio – Greve dos caminhoneiros derruba as vendas do varejo ampliado pela primeira vez no ano. Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revisou de +5,0% para +4,8% expectativa para 2018. Os 11 dias de paralisações provocadas pela greve dos caminhoneiros levaram as vendas dos dez segmentos que compõem o varejo ampliado a recuar 4,9% em maio, na comparação com o mês imediatamente anterior. Essa foi a primeira queda do ano e o pior resultado para meses de maio em mais de 15 anos de levantamentos da série com ajustes sazonais. Em termos monetários, essa queda correspondeu a uma perda de faturamento de R$ 7,4 bilhões, segundo cálculos da CNC.

Mercado espera crescimento de 1,5% para o País – No último relatório Focus divulgado pelo Banco Central (13/07), a mediana das expectativas para o IPCA teve ligeira queda pela primeira vez após aumentar durante oito semanas consecutivas, alcançando 4,15%. No curto prazo, as projeções dos analistas para o IPCA são de 0,33% para julho, 0,10% para agosto e 0,21% para setembro. As cinco instituições que mais acertam – TOP 5 – projetam IPCA de 0,39%, 0,0% e 0,20%, respectivamente, valores próximos dos estimados pelo mercado. A projeção para o IPCA de 2019 manteve-se em 4,10% e, para 2020, a mediada é de 4,0%. Na última reunião do Copom, a meta da taxa de juros Selic manteve-se em 6,50%. A próxima reunião será nos dias 31 de julho e 1º de agosto, quando se espera que, novamente, o Banco Central não altere a taxa.

Portal único do comércio exterior já vigora para exportações – No dia 2 de julho, os Registros de Exportação (RE) no Siscomex foram desabilitados para novas operações. A Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), e a Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) estão substituindo o RE pela Declaração Única de Exportação (DU-E)*, no âmbito do Programa Único de Comércio Exterior, espécie de janela única que centraliza em um ambiente digital os diversos documentos de distintos órgãos anuentes das operações de exportação, importação e trânsito aduaneiro. O modelo das ventanillas únicas é largamente utilizado na esfera internacional, pois torna os procedimentos mais eficientes, harmonizados e integrados.

Curso EAD do Senac e o Fórum das MPEs – Na última reunião ordinária do comitê do Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (FPMEPP), ocorrida na sede da CNC/DF, no dia 5 de julho, o secretário e o secretário executivo da Secretaria Especial da Micro e Pequena Empresa (Sempe) juntamente com representantes do Senac-DN e da CNC assinaram oficialmente o termo de compromisso de realização dos cursos a distância pelo Senac com desconto de 20% para as empresas representadas e para as entidades participantes do Fórum Permanente das MPEs. Oficialmente, o convênio firmado intitula-se Acordo de Cooperação Técnica FPMEPP e MDIC, em que através do FPMEPP encontram-se o Senac e a CNC.

O futuro do petróleo – Artigo publicado pelo jornal Valor, em 25 de junho do corrente ano, página B4, com o título “Grandes petroleiras enfrentam questão de vida ou morte”, faz menção à indústria petrolífera, que vive o dilema de investir em uma energia que estaria perto de ficar saturada, atingindo pico de produção e demanda, em razão dos danos ao meio ambiente e das novas escolhas por energia menos poluente e renovável. O gás natural é visto como uma alternativa mais limpa e complemento para a energia eólica e solar. O crescimento da frota de carros elétricos se encaixa nas perspectivas de substituição da energia suja pela limpa. Contudo, ainda que o número de veículos com essas características esteja crescendo, hoje, sua representação é de fato muito baixa, podendo ser considerada mínima quando comparada à frota de carros movidos a gasolina e derivados.

Leia mais

Rolar para cima