Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que pessoas sem formação técnica têm um ganho de apenas 6% no salário quando atuam em uma vaga que exige qualificação. Mas os que têm formação técnica específica para a vaga ganham 25% a mais.
Os números do Ipea reforçam o trabalho da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Ensino Técnico e Profissionalizante, lançada nesta terça-feira (9) na Câmara dos Deputados. A frente é formada por 218 deputados e 14 senadores.
Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que pessoas sem formação técnica têm um ganho de apenas 6% no salário quando atuam em uma vaga que exige qualificação. Mas os que têm formação técnica específica para a vaga ganham 25% a mais.
Os números do Ipea reforçam o trabalho da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Ensino Técnico e Profissionalizante, lançada nesta terça-feira (9) na Câmara dos Deputados. A frente é formada por 218 deputados e 14 senadores.
Para o coordenador da frente, deputado Giovani Cherini (PR-RS), que também é técnico agrícola, o investimento na área do ensino técnico é fundamental para capacitar jovens.
“Precisamos valorizar o ensino técnico e ter, na agricultura ou mesmo na área industrial, técnicos modernos, bem habilitados para poder já no segundo grau (ensino médio) fazer sua profissão, ter o seu salário e depois, quando ele chegar na faculdade, vai poder pagar sua faculdade através do ensino técnico”, disse Cherini.
Conselhos
Outro tema importante para a frente será a implantação dos conselhos relacionados aos técnicos. Em 2018, uma proposta (Lei 13.639/18) foi aprovada determinando a criação de conselhos federais dos Técnicos Industriais e dos Técnicos Agrícolas, além dos conselhos regionais.
Giovani Cherini ressaltou que, apesar da divisão dos conselhos, a frente irá focar no trabalho em conjunto.
“Nós vamos continuar trabalhando juntos. Agora teremos que implantar o Conselho dos Técnicos Agrícolas, essa vai ser nossa grande tarefa. O Conselho dos Técnicos Industriais já está implantado, a gente deu grandes passos importantes para a valorização do ensino técnico profissionalizante para que o nosso jovem tenha uma profissão já no segundo grau (ensino médio)”, afirmou.
Segundo Cherini, a Frente Parlamentar em Defesa do Ensino Técnico e Profissionalizante pretende acompanhar de perto os trabalhos das comissões temáticas do Congresso Nacional relacionada
Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que pessoas sem formação técnica têm um ganho de apenas 6% no salário quando atuam em uma vaga que exige qualificação. Mas os que têm formação técnica específica para a vaga ganham 25% a mais.
Os números do Ipea reforçam o trabalho da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Ensino Técnico e Profissionalizante, lançada, nesta na terça-feira (09/04), na Câmara dos Deputados. A frente é formada por 218 deputados e 14 senadores.
Para o coordenador da frente, deputado Giovani Cherini (PR-RS), que também é técnico agrícola, o investimento na área do ensino técnico é fundamental para capacitar jovens.
“Precisamos valorizar o ensino técnico e ter, na agricultura ou mesmo na área industrial, técnicos modernos, bem habilitados para poder já no segundo grau (ensino médio) fazer sua profissão, ter o seu salário e depois, quando ele chegar na faculdade, vai poder pagar sua faculdade através do ensino técnico”, disse Cherini.
Conselhos
Outro tema importante para a frente será a implantação dos conselhos relacionados aos técnicos. Em 2018, uma proposta (Lei nº 13.639/18) foi aprovada, determinando a criação de conselhos federais dos Técnicos Industriais e dos Técnicos Agrícolas, além dos conselhos regionais.
Giovani Cherini ressaltou que, apesar da divisão dos conselhos, a frente irá vai focar no trabalho em conjunto.
“Nós vamos continuar trabalhando juntos. Agora teremos que implantar o Conselho dos Técnicos Agrícolas, essa vai ser nossa grande tarefa. O Conselho dos Técnicos Industriais já está implantado, a gente deu grandes passos importantes para a valorização do ensino técnico profissionalizante para que o nosso jovem tenha uma profissão já no segundo grau (ensino médio)”, afirmou.
Segundo Cherini, a Frente Parlamentar em Defesa do Ensino Técnico e Profissionalizante pretende acompanhar de perto os trabalhos das comissões temáticas do Congresso Nacional relacionadas ao tema.