O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse nesta quinta-feira (14/09) que está mantida a previsão de aprovação da reforma da Previdência pelo Congresso em outubro, mesmo após a nova denúncia contra o presidente Michel Temer. Ele disse que o governo já estava “esperando por isso”.
Questionado por jornalistas se a denúncia atrapalha o cronograma previsto de votação, o ministro respondeu: “Não, a nossa expectativa é o prosseguimento normal do cronograma. Evidentemente, existe algo que já era esperado e que será exatamente a votação da Câmara sobre o assunto”.
O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse nesta quinta-feira (14/09) que está mantida a previsão de aprovação da reforma da Previdência pelo Congresso em outubro, mesmo após a nova denúncia contra o presidente Michel Temer. Ele disse que o governo já estava “esperando por isso”.
Questionado por jornalistas se a denúncia atrapalha o cronograma previsto de votação, o ministro respondeu: “Não, a nossa expectativa é o prosseguimento normal do cronograma. Evidentemente, existe algo que já era esperado e que será exatamente a votação da Câmara sobre o assunto”.
“Já estávamos esperando isso”, acrescentou Meirelles. “Portanto, a nossa expectativa é de que no mês de outubro, por exemplo, seja votada a Previdência.”
O ministro da Fazenda disse ainda de que está mantida a expectativa de que possa ser votada a reforma tributária – que ainda não foi apresentada pelo governo.
“A reforma tributária já está em andamento”, afirmou Meirelles, acrescentando que o governo estima que seja aprovada ainda neste ano ou em 2018. “Mas temos grande confiança de que pode ser ainda neste ano.” As declarações foram feitas em evento com empresários em São Paulo.
Denúncia
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quinta-feira (14) uma nova denúncia contra o presidente Michel Temer, desta vez pelos crimes de obstrução à Justiça e organização criminosa. O STF somente poderá analisar a denúncia contra Temer se a Câmara autorizar. Em agosto, a Câmara rejeitou a primeira denúncia de Janot contra Temer, por corrupção passiva.
Outras oito pessoas são alvos da mesma denúncia – dois ministros, dois ex-ministros, dois ex-deputados, um empresário e um executivo. De acordo com o procurador, os políticos denunciados (todos do PMDB) arrecadaram mais de R$ 587 milhões em propina.
Fonte: Portal G1