Intenção de gastos das famílias recuou 0,5% em junho – Os efeitos da recente melhora no mercado de trabalho foram percebidos positivamente na Intenção de Consumo das Famílias (ICF) através do crescimento dos indicadores de emprego (+0,5%) e renda (+0,2%). Por outro lado, as perturbações na economia com a greve dos caminhoneiros, a escassez na distribuição de produtos e a disparada do dólar afetaram as perspectivas, sobretudo de consumo e a disposição para compra de bens duráveis.
Intenção de gastos das famílias recuou 0,5% em junho – Os efeitos da recente melhora no mercado de trabalho foram percebidos positivamente na Intenção de Consumo das Famílias (ICF) através do crescimento dos indicadores de emprego (+0,5%) e renda (+0,2%). Por outro lado, as perturbações na economia com a greve dos caminhoneiros, a escassez na distribuição de produtos e a disparada do dólar afetaram as perspectivas, sobretudo de consumo e a disposição para compra de bens duráveis. Com os resultados de junho, o índice ICF completou 38 meses abaixo dos 100 pontos (zona de indiferença), mostrando a insatisfação persistente das famílias quanto às condições de consumo. Ainda que neste ano a economia venha crescendo gradualmente, as perspectivas profissionais não se apresentaram favoráveis (-0,4%) em junho, principalmente para as famílias que ganham até dez salários mínimos (-0,8%).
Estoques do varejo ainda estão aquém do adequado em 17 estados – Levantamento da CNC, apurado em todas as capitais do Brasil, mostra que, no início de junho, comerciantes de 17 unidades da Federação ainda consideravam seus estoques aquém dos níveis normais. Duas semanas após a crise de desabastecimento decorrente da greve dos caminhoneiros, 15,2% ritmo de vendas já foi praticamente normalizado entre os varejistas especializados na comercialização de bens de consumo não duráveis, justamente os primeiros a sentirem os efeitos da crise de desabastecimento. A situação dos estoques, no entanto, revela situações distintas, tanto no plano regional quanto nas categorias de uso do varejo. Pode-se dizer que o equilíbrio dos estoques em relação ao ritmo de vendas já foi praticamente normalizado entre os varejistas especializados na comercialização de bens de consumo não duráveis, justamente os primeiros a sentirem os efeitos da crise de desabastecimento. Segundo 11,8% desses entrevistados, o nível dos estoques ainda se encontra abaixo do adequado – percentual semelhante à média trimestral anterior à crise de abastecimento (11,2%). Ainda assim, em alguns estados, a percepção de baixa nos estoques ainda é significativa.
Produção industrial registra maior crescimento mensal do ano – Segundo os últimos dados disponibilizados pelo IBGE, a produção industrial teve aumento de 0,8% em abril, frente a março, com ajuste sazonal. Apesar do resultado positivo, a indústria extrativa revelou comportamento estável, enquanto a de transformação aumentou 0,8%. Dentre as categorias de uso analisadas, a de bens de capital (+1,4%) e a de bens de consumo duráveis (+2,8%) registraram as maiores variações. Bens de consumo semi e não duráveis subiram menos, 0,5%, e, com isso, a categoria de bens de consumo avançou 0,4%. Bens intermediários cresceram 1,0% nessa base de comparação. Além do valor mensal positivo, na comparação com abril de 2017, houve aumento ainda maior, de 8,9%. Ele é o mais intenso desde abril de 2013 (+9,8%).
Energia solar fotovoltaica – A utilização de energia tem sido cada vez mais presente e essencial na vida de todos. Com o desenvolvimento de novas tecnologias e o surgimento de novas necessidades, aliado ao crescimento populacional, um dos grandes desafios hoje encontrados é a incerteza com relação à disponibilidade futura de energia frente à demanda, principalmente devido ao intensivo uso de fontes não renováveis. Diante dessa realidade, novas fontes têm sido buscadas como forma não só de diversificar as matrizes energéticas, como também desenvolver alternativas que busquem redução dos seus impactos, principalmente de ordem ambiental. A geração de energia solar é sem dúvida uma excelente alternativa para garantir o fornecimento de eletricidade Há algum tempo, a energia solar no País ultrapassou a marca de 1,5 GW de capacidade instalada. Neste ano, deverá fechar com 2,4 GW, graças à contribuição decorrente dos investimentos das usinas solares fotovoltaicas dos leilões de energia de reserva de 2014 e 2015.