Sumário Econômico 1505

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Destaque da edição:

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Percentual de famílias com contas em atraso e sem condições de pagar registra alta em setembro – O percentual de famílias que relataram ter dívidas, entre cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro, alcançou 58,4% em setembro de 2017, o que representa uma alta em relação aos 58,0% observados em agosto de 2017. Houve alta também em relação a setembro de 2016, quando o indicador alcançava 58,2% do total de famílias. Acompanhando a alta do percentual de famílias endividadas, o percentual de famílias com dívidas ou contas em atraso também aumentou em setembro de 2017 na comparação mensal, passando de 24,6% para 25,0% do total, o maior patamar desde maio de 2010. Houve alta do percentual de famílias inadimplentes em relação a setembro de 2016, quando esse indicador alcançava 24,6% do total.

Mercado se mostra mais confiante – No último relatório Focus divulgado pelo Banco Central (29/09), a mediana das expectativas para o IPCA continuou caindo pelo sexto mês consecutivo, alcançando 2,95%. No curto prazo, as projeções dos analistas para o IPCA são de 0,10% para setembro e 0,36% para outubro deste ano. As cinco instituições que mais acertam – TOP 5 – projetam IPCA de 0,08% e 0,33%, respectivamente, valores próximos, apesar de menores, dos estimados pelo mercado. A projeção para o IPCA de 2018 também mostra queda, recuando para 4,06%, pela quinta semana seguida.

Prévia da inflação registra alta de 0,11% em setembro – Os últimos resultados dos índices de preços indicam expressiva sustentação do processo de desaceleração da inflação em 2017. Tanto o IPCA como seu índice prévio vêm registrando descompressão em relação ao mesmo período do ano anterior. Esse processo tende a se manter, refletindo em um cenário benigno para os preços ao longo do ano. O IPCA-15 – prévia do índice utilizado no regime de metas de inflação – apresentou alta de 0,11% no mês de setembro, contra +0,35% em agosto. A inflação registrou o resultado mais baixo para o mês desde o ano de 2006. O resultado divulgado pelo IBGE ficou ainda abaixo da média estimada pelos analistas.

Comerciantes mais dispostos a investir – O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) apurado em setembro teve queda de 0,3% na série com ajuste sazonal. Em comparação a setembro de 2016, no entanto, a confiança dos comerciantes aumentou 12%. O índice situado em 104,8 pontos indica que os tomadores de decisão no comércio estão otimistas, especialmente em virtude da melhora gradual no desempenho do comércio. A desaceleração da inflação corrente e a redução dos juros e do custo do crédito estão beneficiando o poder de compra das famílias e impulsionando as vendas.

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