Destaque da edição:
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A reforma trabalhista – De um modo geral, todos concordam que a vetusta Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) de 1943, do presidente Getúlio Vargas, com 922 artigos e milhares de parágrafos e incisos, está defasada em função das novas dimensões ocorridas há mais de 70 anos no relacionamento entre empregados e empregadores. Dessa forma, o presidente Michel Temer marcou importante vitória política ao conseguir a aprovação da “reforma trabalhista nas duas casas do Congresso Nacional”. A nova Lei nº 13.467, de 13/07/2017, com 233 novas regras, que entrará em vigor em novembro próximo, é complexa, mas não se pode deixar de reconhecer que foi amplamente debatida entre todos os interessados.
Eleições na Alemanha – No dia 24 de setembro serão realizadas as eleições na Alemanha e, faltando aproximadamente um mês para o evento, as disputas se tornaram mais agressivas. O candidato de centro-esquerda, líder do Partido Social-Democrata (SPD), Martin Schulz, mudou sua estratégia de campanha e seu novo discurso consiste em atacar diretamente a chanceler Angela Merkel e suas políticas de governo. Schulz a está acusando de ser conivente com as políticas de Donald Trump, ao passo que bloqueia reformas propostas pelo SPD, dessa forma, acredita que sua finalidade seja mergulhar a Alemanha em uma nova corrida armamentista.
Selic deve ser reduzida em mais 1 ponto em setembro – No último relatório Focus divulgado pelo Banco Central (18/08), a mediana das expectativas para o IPCA deste ano aumentou pela quinta vez e alcançou 3,51%, continuando a tendência de alta das últimas semanas e mostrando uma taxa maior do que a previsão de 3,33% de quatro semanas passadas. No curto prazo, as projeções dos analistas para o IPCA são de 0,47% para agosto e 0,32% para setembro deste ano. As cinco instituições que mais acertam – TOP 5 – projetam IPCA de 0,52% e 0,27%, respectivamente, valores próximos dos estimados pelo mercado. A projeção para o IPCA de 2018 mostra estabilidade, permanecendo em 4,20%, também pela quinta semana.
Recuperação econômica – É inconteste que a economia brasileira vem dando sinais de fuga da recessão em que se encontrava. Se indicadores para mostrar que o pior já passou não faltam, também não existem garantias de que a recessão não possa voltar. No entanto, isso parece ser o mais difícil de acontecer, considerando os acontecimentos dos tempos recentes. Para o bolso do consumidor, alguns componentes que influenciam decisões de compra vêm se comportando favoravelmente. Por conta disso, o fenômeno induz à percepção de que a economia está melhorando, o que justifica o movimento de compras.