Sumário Econômico 1468

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Destaque da edição:

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Comerciantes mais confiantes nas vésperas do Natal – O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) atingiu 98,9 pontos em novembro, ante os 97,3 pontos observados em outubro. Na série com ajuste sazonal, o índice aumentou 1,2%, sétimo aumento consecutivo, influenciado pela melhora na avaliação das condições correntes (+3,2%), nas expectativas de curto prazo (+0,8%) e nas intenções de investimentos (+0,3%). Em relação a novembro de 2015, o Icec aumentou 23,5%, quinta taxa positiva nesta base de comparação desde julho de 2013 e a maior já registrada. O índice, no entanto, ainda se encontra na zona negativa, abaixo do nível de indiferença (100 pontos), reflexo da contínua redução das vendas do varejo, além da dificuldade de recuperação da atividade no setor, no curto prazo.

Mercado espera recuperação menor do PIB em 2017 – No último relatório Focus divulgado pelo Banco Central (25/11), a mediana das expectativas para o IPCA foi reduzida pela terceira vez, alcançando 6,72%, menor do que a previsão de 6,88% de quatro semanas passadas. Continua acima do limite superior da meta de inflação, entretanto abaixo da taxa de 10,67% realizada em 2015. A projeção para 2017 mostra desaceleração, reduzindo para 4,93%, estimativa estável há duas semanas. No curto prazo, as projeções dos analistas são de 0,33% para novembro e 0,55% para dezembro. As cinco instituições que mais acertam – TOP 5 – projetaram IPCA de 0,31% e 0,56%, respectivamente, valores próximos aos esperados pelo mercado. Na penúltima reunião do Copom deste ano, a meta da taxa de juros Selic foi reduzida para 14,0%, após permanecer em 14,25% desde 30/07/2015. A próxima e última reunião será nos dias 29 e 30 de novembro. Para o resto do ano, a mediana das estimativas da Selic para o fim de 2016 foi de 13,75%, esperando novo corte de 0,25 na taxa para o final deste ano. Já para 2017, a previsão é que a meta da Selic continue sendo reduzida e alcance 10,75%.

Percentual de famílias com dívidas recua novamente em novembro – O percentual de famílias que relataram ter dívidas entre cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro alcançou 57,3% em novembro de 2016, o que representa uma redução em relação aos 57,7% observados em outubro de 2016. Também houve queda em relação a novembro de 2015, quando o indicador registrou 61,0%. Acompanhando a queda do percentual de famílias endividadas, o percentual daquelas com dívidas ou contas em atraso também diminuiu em novembro de 2016, na comparação mensal, de 23,8% para 23,4% do total. Contudo, houve alta do percentual de famílias inadimplentes em relação a novembro de 2015, quando esse indicador alcançou 22,7% do total. O percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes também registrou queda na base de comparação mensal, atingindo 9,1% em novembro de 2016, ante 9,4% em outubro de 2016 e 8,5% em novembro de 2015.

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