Cônsul da Argentina destaca importância da missão técnica da CNC ao país

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A visita técnica promovida pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) à Argentina é oportuna devido à confluência de interesses com o Brasil e à possibilidade de, diante da volatilidade econômica mundial, trabalhar com empresários e entidades que representam segmentos estratégicos para ambos os países.

A visita técnica promovida pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) à Argentina é oportuna devido à confluência de interesses com o Brasil e à possibilidade de, diante da volatilidade econômica mundial, trabalhar com empresários e entidades que representam segmentos estratégicos para ambos os países.

A opinião é de Pedro Ezequiel Marotta, cônsul da Argentina no Paraná, que acompanha as atividades da missão realizada de 14 a 17 de novembro pela Confederação em Buenos Aires. “A iniciativa é muito importante para nosso país, tanto que a ministra das Relações Exteriores da Argentina, Susana Malcorra, receberá a delegação de empresários, além de outras autoridades e de representantes de nossas áreas comerciais”, disse Marotta, em encontro com o coordenador da missão e diretor de Relações Internacionais da Fecomércio-PR, Rui Lemes.

Marotta destacou que acompanha de perto a realidade econômica dos dois países e que avançar nas tratativas de comércio exterior com os Estados brasileiros é animador. O Brasil é um dos principais países de origem das importações argentinas, respondendo por 22,4% do total de importações em 2015, seguido de Estados Unidos (16,3%), China (15,5%) e Alemanha (5,1%), segundo dados compilados pela Divisão Econômica da CNC com base em informações das Nações Unidas, do Banco Mundial, da CIA/EUA, do Banco Central da Argentina e do Indec (órgão correspondente ao IBGE no Brasil).

Para o coordenador da missão, serão dias de trabalho bastante produtivos. “Devemos discutir a pauta de exportação da Argentina para o Brasil, se levarmos em consideração que existem segmentos passíveis de acordos bilaterais, como o de autopeças e o de materiais de construção. No momento em que a situação econômica mundial é difícil, pensar em aproximação é uma medida essencial, sobretudo por conta da representatividade dos presidentes de federações que participam da missão, que é muito ampla”, apontou Rui Lemes.

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