Destaque da edição:
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Percentual de famílias com dívidas aumenta em setembro – O percentual de famílias que relataram ter dívidas entre cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro alcançou 58,2% em setembro de 2016, o que representa um aumento em relação aos 58,0% observados em agosto de 2016. Contudo, houve queda em relação a setembro de 2015, quando o indicador registrou 63,5%. Acompanhando a alta do percentual de famílias endividadas, o percentual daquelas com dívidas ou contas em atraso também aumentou em setembro de 2016, na comparação mensal, de 22,9% para 24,6% do total. Também houve alta do percentual de famílias inadimplentes em relação a setembro de 2015, quando esse indicador alcançou 23,1% do total. O percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes também registrou alta em ambas as bases de comparação, atingindo 9,6% em setembro de 2016, ante 9,4% em agosto de 2016 e 8,6% em setembro de 2015.
O futuro está chegando – Em 2013, os japoneses testaram um robô chamado Kirobo no espaço sideral. O objetivo da experiência foi avaliar comportamentos e sentimentos do homem sozinho no cosmos por seis meses ao lado de uma máquina. Para medir as reações humanas, a presença de Kirobo tornou-se, então, essencial porque este era a única companhia. Uma pequena amostra do que aconteceu naquela ocasião pode ser observada na internet em http://www.youtube.com/ watch?v=xqShesZ3v-g. Kirobo também virou alvo deste Sumário porque a criação dele iria concorrer com a convivência humana com animais de estimação, uma vez que a interação entre homem e máquina, envolvendo sentimentos, poderia mudar a realidade humana. Por exemplo, para as pessoas que vivem sozinhas, casais de idosos, famílias sem filhos, enfim, públicos cada vez mais numerosos globalmente. Isso sem considerar as unidades familiares-padrão: aquelas com adultos e menor(es). Além disso, foi considerado que o robô poderia vir a se tornar um campeão de vendas, causando revolução na indústria e no comércio.
Saneamento básico – De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o investimento em água potável e saneamento básico gera retorno econômico e justifica cada dólar investido. Na atualidade, estima-se que 2,4 bilhões de pessoas no mundo não têm acesso a saneamento básico, enquanto mais de um bilhão não possui água potável disponível. Uma das grandes discussões históricas do saneamento ambiental no Brasil é se ele deve ser público ou privado. Considerando o cenário desolador do País nesse quesito, a discussão deve ser outra: a eficiência da prestação de serviços, independentemente da natureza do operador. Temos bons e maus exemplos de operadoras eficientes públicas e privadas no País e no mundo. Segundo o Sistema Nacional de Informações sobre o Saneamento (SNIS), a média brasileira de acesso à água potável é de 83%, apenas 50% têm coleta de esgoto, 41% contam com tratamento de esgoto e 74% dos domicílios possuem coleta de lixo.
A revolução da robótica – A cada ano, os robôs vêm tendo papel mais crucial na indústria, principalmente em setores potencialmente danosos para a saúde humana, ou, por outro lado, reduzindo custos e garantindo a qualidade da produção. E a China vem participando ativamente dessa nova revolução. A fabricante taiwanesa Foxconn, por exemplo, a mais conhecida empresa que fabrica o iPhone para a norte-americana Apple, substituiu 60 mil trabalhadores de sua planta na província de Kunshan, na China, por robôs. Com a mudança, a fábrica da empresa na província reduziu seu efetivo de 110 mil para 50 mil empregados na linha de produção. Da mesma forma, robôs operacionais vêm sendo usados em tarefas perigosas, como desarmar bombas ou mesmo armas de guerra, na forma de drones, ou em atividade policial, como recentemente utilizado pela polícia de Dallas para explodir um sequestrador. No entanto, além dos robôs industriais, surgem no cenário os robôs humanizados que, por um lado, causam surpresa e admiração em muitos e, por outro, geram repulsa e perturbação em outros grupos.