A violência contra a mulher é um dos maiores problemas enfrentados pela sociedade nos tempos atuais. Pensando nisso, a Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe (TJSE) desenvolveu campanhas em formato de parceria com entidades da sociedade para o combate à violência contra a mulher em Sergipe, e a Fecomércio-SE foi convidada a participar das ações e campanhas realizadas pela Coordenadoria da Mulher do TJSE, se engajando no movimento que visa conscientizar a população a impedir a prática da violência.
A violência contra a mulher é um dos maiores problemas enfrentados pela sociedade nos tempos atuais. Pensando nisso, a Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe (TJSE) desenvolveu campanhas em formato de parceria com entidades da sociedade para o combate à violência contra a mulher em Sergipe, e a Fecomércio-SE foi convidada a participar das ações e campanhas realizadas pela Coordenadoria da Mulher do TJSE, se engajando no movimento que visa conscientizar a população a impedir a prática da violência.
As ações da Coordenadoria da Mulher, em parceria com o Sistema Fecomércio-Sesc-Senac-SE, se estenderão por atividades conjuntas de Comunicação Interna e Externa a serem realizadas pela assessoria de comunicação, desenvolvimento de campanhas de prevenção e combate à violência por meio de workshops e palestras sobre o tema e atuação direta na sociedade.
De acordo com a representante da Coordenadoria da Mulher, Vânia Barbosa, a mulher sofre vários tipos de violência. Além das violências física e sexual, existem práticas vilipendiosas que afetam a mulher em vários sentidos, como a violência moral, psicológica e patrimonial. Já para o superintendente da Fecomércio-SE, Alexandre Wendel, a Federação participará de forma engajada na atuação das campanhas realizadas pelo Tribunal de Justiça, prevenindo e combatendo a violência contra a mulher em Sergipe. “A violência não tem classe social, não tem cor, não tem nível educacional ou funcional, ela acontece até mesmo em nossa frente, das mais variadas maneiras, e isso tem que acabar. Temos que mudar a formação da consciência do cidadão, para que a violência praticada não seja absorvida em silêncio, e sim denunciada quando ocorrer, mas que ela não exista nos lares sergipanos”, afirma Wendel.
A Coordenadoria, dirigida pela juíza Isabela Sampaio Santana, vai realizar ações em sintonia com a Coordenadoria Nacional, no mês de agosto, considerado o mês de combate à violência contra a mulher. As ações já desenvolvidas pela Coordenadoria em Sergipe têm o foco de promover o conhecimento pelas mulheres dos tipos de violência sofridos e como combatê-los.