Proposta prevê o uso de meios eletrônicos para o registro de imóveis

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A Câmara analisa o Projeto de Lei (10.375/18), do deputado Julio Lopes (PP-RJ), que pretende promover o uso de meios eletrônicos para o registro público de imóveis. O texto altera a Lei dos Registros Públicos (Lei nº 6.015/73) e a Lei do Parcelamento do Solo Urbano (Lei nº 6.766/79).

A Câmara analisa o Projeto de Lei (10.375/18), do deputado Julio Lopes (PP-RJ), que pretende promover o uso de meios eletrônicos para o registro público de imóveis. O texto altera a Lei dos Registros Públicos (Lei nº 6.015/73) e a Lei do Parcelamento do Solo Urbano (Lei nº 6.766/79).

 

Segundo o autor da proposta, ao adquirir um imóvel para residência atualmente o cidadão não dispõe de garantias, e a compra pode se tornar problemática mesmo após muitos anos da aquisição por conta de irregularidades na situação cadastral não anotadas nos registros públicos.

 

“As alterações propostas criam condições para o efetivo registro eletrônico de imóveis e modernizam as relações do mercado imobiliário, ao concentrar as informações imobiliárias na matrícula e em um único dispositivo eletrônico, à semelhança do que acontece com o registro de automóveis”, disse Julio Lopes.

 

“Hoje no Brasil qualquer pessoa adquire um carro, mesmo financiado, de maneira simples e rápida, desde que tenha situação de crédito regularizada”, continuou. “As garantias sobre a procedência são obtidas com rapidez depois do advento do Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores), que concentra e unifica as informações sobre veículos e proprietários.”

 

Tramitação

A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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