Sumário Econômico 1504

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Destaque da edição:

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Intenção de Consumo das Famílias cai em setembro – A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) registrou queda de 0,7% no mês de setembro em comparação com o mês anterior. O índice total ainda permanece em um nível menor que 100 pontos, abaixo da zona de indiferença, o que indica uma percepção de insatisfação com a situação atual. O nível de confiança das famílias com renda abaixo de dez salários mínimos mostrou piora de 1,1% na comparação mensal; e o daquelas com renda acima de dez salários mínimos, aumento de 0,8%. O índice das famílias mais ricas está em 88,1 pontos; e o das demais, em 74,6 pontos. Os índices abertos por faixa de renda também continuam abaixo dos 100 pontos.

Consumo das famílias evita queda maior no volume de receita do setor de serviços – Após três meses de alta, volume de receitas encolheu 0,8% em relação ao mês anterior, adiando a recuperação do setor. A CNC mantém a previsão em -3,6% para este ano. Segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada em 13/09 pelo IBGE, o volume de receitas do setor de serviços recuou 0,8% na comparação entre os últimos meses de julho e junho, já descontados os efeitos sazonais. Com esse resultado, o setor interrompeu uma sequência de três meses de taxas positivas nessa base comparativa. A queda mensal deveu-se, principalmente, ao fraco desempenho dos serviços técnicos administrativos e complementares (-2,0%) e, em especial, aos serviços técnico-profissionais (-2,2%), como engenharia, contabilidade, jurídicos, dentre outros.

Planejamento tributário – Em tempos de crise, as empresas têm aumentado a procura por profissionais que lhes ajudem na redução da carga tributária. Enquanto para o governo a situação de déficit crescente tem implicado na necessidade de arrecadar para cobrir o déficit, pois cortar despesas parece difícil, para as empresas, qualquer real desembolsado pode influenciar o desequilíbrio do caixa. Em ambos os casos, algo mais ou menos parecido com aquela história do cidadão com cobertor curto no inverno. Isso porque o encolhimento do mercado tem levado as empresas a reverem estratégias, requerendo concentração de esforços para evitar desperdícios e priorizar/selecionar gastos. Assim, o planejamento tributário adequa-se como uma luva, tornando-se ferramenta de peso para a diminuição dos tributos e saída de caixa.

Eficiência energética: Norma ISO 50.001 – A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) realizou, no dia 13 de setembro de 2017, na sua sede, em São Paulo, o workshop Saiba dos desafios e das vantagens da implementação da norma NBR ISO 50.001. O evento abordou a implantação da norma ISO 50.001 – Sistema de Gestão da Energia, criada no âmbito da ISO para a padronização global de um sistema de gestão que abrangesse diversas fontes e usos da energia das organizações por meio de práticas consistentes, de modo a proporcionar a melhoria contínua do desempenho energético.

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