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Liderança

 

O cenário não poderia ser mais inspirador. Entre as montanhas que emolduram a cidade histórica de Ouro Preto, nas confortáveis instalações do hotel administrado pelo Sesc-MG, os presidentes dos sindicatos patronais do comércio de bens, serviços e turismo da região Sudeste se reuniram, durante três dias, para debater os rumos das entidades representativas dos empresários do setor.

Liderança

 

O cenário não poderia ser mais inspirador. Entre as montanhas que emolduram a cidade histórica de Ouro Preto, nas confortáveis instalações do hotel administrado pelo Sesc-MG, os presidentes dos sindicatos patronais do comércio de bens, serviços e turismo da região Sudeste se reuniram, durante três dias, para debater os rumos das entidades representativas dos empresários do setor.

Foi o terceiro encontro do Congresso Regional do Sicomércio, que vem se consolidando como uma poderosa iniciativa para o fortalecimento da liderança e do associativismo no âmbito do nosso sistema. As regiões Sul e Nordeste já haviam sediado – em Florianópolis e no Recife, respectivamente, e com o mesmo sucesso – os eventos voltados aos líderes dos sindicatos integrados ao Sicomércio.

A cada encontro realizado, consolida-se a certeza de que somente com sindicatos e lideranças fortes será possível levar o setor aos níveis de excelência requeridos pelo contexto de atuação em que as entidades estão inseridas. E é preciso acreditar sempre no poder de transformação proporcionado pelo conhecimento, pelo intercâmbio de ideias e pela troca de experiências.

Ao promover eventos como os Congressos do Sicomércio e as reuniões regionais da Comissão de Negociação Coletiva do Comércio (CNCC), em um contexto de várias outras iniciativas, a CNC, com a valiosa parceria das Fecomércios, reafirma o compromisso de fortalecer a representação e a representatividade dos empresários que fazem parte de um dos setores vitais para o desenvolvimento do Brasil.

Um setor que vem se mobilizando na defesa do fim da multa adicional de 10% do FGTS para demissões sem justa causa, criada para recompor o desequilíbrio do Fundo causado por planos econômicos da década de 1990. Como mostra a reportagem de capa desta edição, a dívida já foi paga. Transformar a multa em mais um componente do orçamento federal, conforme tem defendido o governo, é um erro que contraria tudo o que vem sendo exaustivamente debatido sobre a necessidade de diminuir a sobrecarga tributária do setor produtivo.

 

Boa leitura.

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