Negociação Coletiva no âmbito do Sicomércio

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Presidentes das federações do comércio do Piauí e do Ceará, Francisco Valdeci Cavalcanti e Luiz Gastão Bittencourt, respectivamente, mediados pelo presidente da federação de Sergipe, Abel Gomes da Rocha, palestraram sobre o tema da Negociação Coletiva no âmbito do Sicomércio, na sede da Fecomércio-GO, durante o 5º Encontro da CNCC, em 21 de agosto.

Presidentes das federações do comércio do Piauí e do Ceará, Francisco Valdeci Cavalcanti e Luiz Gastão Bittencourt, respectivamente, mediados pelo presidente da federação de Sergipe, Abel Gomes da Rocha, palestraram sobre o tema da Negociação Coletiva no âmbito do Sicomércio, na sede da Fecomércio-GO, durante o 5º Encontro da CNCC, em 21 de agosto.

“Vamos comentar aqui focando dois pontos: a gestão sindical e a negociação coletiva, que avaliamos muito importante”, disse Valdeci, que iniciou a apresentação com um histórico do movimento de negociação coletiva no País – ele comentou a criação da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), promulgada em 1º de maio de 1943, e que, este ano, completou 70 anos.

Um vídeo sobre a origem do instituto Cajamar e o que ele representou para o nosso País foi apresentado, trazendo também um histórico das movimentações sindicais.O vídeo mostra os sindicalismos laboral e patronal, como o dia 12 de maio de 1978, que marcou a história de movimentos quando um grupo de trabalhadores em São Bernardo do Campo, vestiram seus uniformes, bateram o ponto de registro de chegada, mas não ligaram as máquinas.

Gastão apontou a principal “razão de ser” de um sindicato é a negociação, “Com ela vamos entender de que forma nossos trabalhadores vão trabalhar, como nossas empresas vão funcionar”, afirmou.

Para valdeci, a negociação é a única forma de se chegar a um consenso sem interferência do governo. Ele aponta alguns objetivos comuns entre os trabalhadores, como melhores salários e trabalhar por menos horas.“As principais reivindicações no estado do Ceará, por exemplo: seguro de vida; seguro de acidente de trabalho; cesta básica; plano de saúde; auxílio creche; local de troca de roupa; liberação saúde; assedio moral e sexual”, citou.

Já Luiz Gastão Bittencourt falou sobre o que ele chamou de “desafios do negociador” e  das conquistas dos trabalhadores: vale alimentação; estabilidade para gestante; tratamento com igualdade; cursos de aperfeiçoamento, entre outros.

Leis que interferem no setor do comércio também foram discutidas, como a de número 12.790/13, que regulamenta a profissão do comerciário), sancionada pela presidente Dilma Rousseff em março deste ano, e a lei 11.603/07, que normatiza a abertura do comércio aos domingos. Segundo Gastão, é indispénsável, ao negociador, possuir conhecimento sobre o próprio setor e consciência da importância de seu desenvolvimento. “É importante conhecer a fundo esse setor para trabalhar a negociação. Uma convenção coletiva mal feita pode culminar no encerramento das atividades de muitas empresas”, destacou 

 

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