O presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, assina o artigo no Jornal do Commercio-RJ sobre a exploração do gás de xisto no Brasil.
O presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, assina o artigo no Jornal do Commercio-RJ sobre a exploração do gás de xisto no Brasil. Intitulado Consequências da exploração do xisto, o texto abre destacando que o gás de xisto, que Sergio Quintella, em recente exposição perante o Conselho Técnico da Confederação, batizou de a extraordinária “nova” fonte de energia, passou a ocupar a atenção dos meios de comunicação. “Não é de hoje que se busca explorar petróleo e gás a partir do xisto. Mas a exploração só se tornou economicamente viável como resultado de inovações introduzidas no processo de extração”, afirma.
O texto aborda o desenvolvimento das técnicas de extração do gás de xisto desde 1990. Oliveira Santos argumenta que América do Sul, Argentina e Brasil, com reservas de xisto importantes e bem disseminadas geograficamente, teriam, em tese, a oportunidade de explorar, em terra firme, a produção de petróleo e gás, mas essa perspectiva não parece ter influído no ânimo dos investidores para a exploração do petróleo do pré-sal, na plataforma continental do Brasil. “Estima-se que as reservas correspondam a mais de 700 trilhões de pés cúbicos de gás na Argentina e 200 trilhões no Brasil. Contudo, em matéria de interesse na exploração, o Brasil está mais avançado e poderia ser o segundo maior produtor das Américas, tanto assim que a Agência Nacional do Petróleo (ANP) já estuda a regulação desse tipo de atividade”, aponta o presidente da CNC.