Carlos Thadeu fala sobre reflexos do cenário internacional no Brasil

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O cotidiano do Brasil a cada dia vem sendo mais influenciado pelos cenários econômicos, em alguns casos extremos, da Europa, da China e dos Estados Unidos. Dessa forma, o Brasil, bem como outros países emergentes, vive um momento de mudanças, que, no geral, permitem prever uma situação delicada até o final deste ano. Este foi o panorama desenhado pelo chefe da Divisão Econômica da CNC, Carlos Thadeu de Freitas Gomes, em palestra no Congresso Regional do Sicomércio – Região Nordeste, em Recife.

O cotidiano do Brasil a cada dia vem sendo mais influenciado pelos cenários econômicos, em alguns casos extremos, da Europa, da China e dos Estados Unidos. Dessa forma, o Brasil, bem como outros países emergentes, vive um momento de mudanças, que, no geral, permitem prever uma situação delicada até o final deste ano. Este foi o panorama desenhado pelo chefe da Divisão Econômica da CNC, Carlos Thadeu de Freitas Gomes, em palestra no Congresso Regional do Sicomércio – Região Nordeste, em Recife.

“Os capitais que vinham entrando, diminuíram o ritmo. Além disso, sofremos os reflexos de uma fase de alta de juros nos Estados Unidos e muita incerteza na China que, a cada dia, mostra um resultado econômico mais fraco”, exemplificou o economista, ressalvando que os fundamentos macroeconômicos do Brasil são sólidos: “há mais dólar em estoque do que dívida a pagar”.

Ele apresentou um quadro de muita cautela aos participantes do Sicomércio, que reúne cerca de 200 lideranças sindicais do Nordeste. Segundo Carlos Thadeu, as commodities, que já estavam caindo, caem ainda mais, a expectativa em relação ao saldo da nossa balança comercial é a cada dia menor, bem como a atividade econômica.

Citou ainda as previsões do Banco Central, de crescimento de apenas 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos) em 2013, enquanto a inflação ficará próxima de 6% e, no ano que vem, ao redor de 5,5%. “Estamos vivendo, pois, num cenário incerto, de economia fraca, mas não acho que estamos vivendo perigo inflacionário.”

O comércio, que já está melhor do que em 2012, vai continuar crescendo neste ano, mas a passos mais lentos, projetou.

 

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