Sumário Econômico 1324

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Destaque da edição:

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Percentual de famílias endividadas recua em junho – O percentual de famílias que relataram ter dívidas, entre cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro alcançou 63,0% em junho de 2013, recuando em relação aos 64,3% observados em maio. Apesar da queda na comparação mensal, o número de endividados ficou em patamar superior aos 57,3% observados em junho de 2012. O percentual de famílias com dívidas ou contas em atraso recuou, tanto em relação ao mês anterior como na comparação com o mesmo período de 2012. O percentual de famílias inadimplentes alcançou 20,3% em junho de 2013, ante 21,6% em maio de 2013 e 23,2% em junho de 2012. O percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso apresentou trajetória semelhante, alcançando 7,2% em junho de 2013, ante 7,5% em maio de 2013 e 7,5% em junho de 2012.

 

Outras matérias:

Emprego formal tem o pior desempenho desde 2009 – De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, houve expansão de 1,7% no emprego formal em relação ao mesmo mês do ano passado. O saldo entre admissões (1.827.122) e demissões (1.755.094) gerou um acréscimo de 72,0 mil vagas em todo o País. Levando em conta apenas os primeiros cinco meses do ano, este foi o pior desempenho do emprego formal desde 2009. Eliminados os efeitos sazonais, houve variação de +0,33% em relação a abril, com destaque para o comércio (+0,13%) e para os serviços (+0,12%). O desempenho setorial mais fraco ocorreu na agropecuária, com taxa mensal de -1,30%. Com 670 mil postos de trabalhos criados nos cinco primeiros anos do ano, o mercado formal registrou o pior desempenho desde 2009.

Mercado reduz estimativa do PIB pela sexta semana – No último relatório Focus divulgado pelo Banco Central, houve aumento pela segunda vez na mediana das expectativas para o IPCA deste ano, subindo para 5,86%. Pela primeira vez desde o segundo semestre de 2012 que esta estimativa fica acima de 5,84%, resultado realizado do IPCA no ano passado. As projeções para 2014 permanecem em 5,80% pela sexta semana consecutiva. A curto prazo, as estimativas são de 0,32% para junho, menor do que na semana anterior (0,34%), e 0,25% para julho. As 5 instituições que mais acertam – TOP 5 – projetam IPCA de 0,36% para junho, maior do que o mercado espera, e 0,26% para julho, também um pouco acima da mediana geral.

PAC–PMEs – PAC–PMEs é a sigla do Programa de Aceleração do Crescimento das Pequenas e Médias Empresas, conjunto de ações desencadeado por empresários paulistas que desejam alavancar negócios, através da abertura de capital das empresas pela oferta pública de ações. A iniciativa empresarial é bastante fundamentada, e pode ser considerada de certa forma inovadora para o mercado brasileiro, pois trata da injeção de capital de investidores nas empresas de pequeno e médio portes, aquelas que, apesar do risco, apresentam potencial de crescimento da sua capacidade produtiva e estrutura organizacional sólida. Em virtude dos efeitos prováveis que o PAC–PMEs pode irradiar, as ações também podem ser encaradas como possível fermento do bolo da produção, visto que estabelecem para a economia local e o País perspectivas de crescimento econômico, aumento do volume de oferta de bens e serviços finais pela elevação do investimento, com a geração de mais emprego e aumento da renda, fora a geração de maior arrecadação da parte do governo também, entre outras coisas favoráveis para os agentes econômicos.

Aumento da população em 2050 – De acordo com estudos e pesquisas relacionadas ao crescimento da população mundial, é feita uma estipulação através de um relatório elaborado atualmente pela Organização das Nações Unidas (ONU), pelo qual se projeta um aumento em um bilhão ao longo dos próximos 12 anos e chegar a 9,6 bilhões até 2050, tendo hoje em dia cerca de 7,2 bilhões de habitantes. As pesquisas efetuadas neste tema possuem como base as novas informações obtidas sobre os níveis de fecundidade de alguns países, que apontam que o crescimento será principalmente nos países em desenvolvimento, com mais de metade da África. Tendo em vista os índices do nível real de fertilidade de determinados países, “Ocorre à perspectiva de parecer ter aumentado nos últimos anos, em outros casos, a estimativa anterior era muito baixa.”, disse o diretor da Divisão de População do Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da ONU, John Wilmoth, durante uma conferência de imprensa em Nova York.

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