Encontro da CNCC mostra cases de sucesso

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Cases de sucesso na negociação coletiva foram apresentados na manhã desta sexta-feira, 19 de abril, no 2º Encontro Regional de Negociação Coletiva, em Salvador. A advogada Regina Celi Queiroz, integrante do Comitê jurídico da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) falou da sua experiência.

Para Regina, conhecer as condições do setor que representa, nos aspectos econômico e mercadológico, é um dos primeiros requisitos necessários ao negociador. “Sentar à mesa sem conhecer as características do setor que você vai representar pode render surpresas”, disse a advogada.

Cases de sucesso na negociação coletiva foram apresentados na manhã desta sexta-feira, 19 de abril, no 2º Encontro Regional de Negociação Coletiva, em Salvador. A advogada Regina Celi Queiroz, integrante do Comitê jurídico da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) falou da sua experiência.

Para Regina, conhecer as condições do setor que representa, nos aspectos econômico e mercadológico, é um dos primeiros requisitos necessários ao negociador. “Sentar à mesa sem conhecer as características do setor que você vai representar pode render surpresas”, disse a advogada.

“Nós só queremos que as leis que os empresários conquistaram não sejam restritas. Jamais o trabalhador vai abrir mão das conquistas que teve, algo que nem sempre acontece no setor empresarial”, disse a advogada Regina Celi Queiroz, lembrando-se da lei 10.101 que ratifica o direito da abertura do comércio aos domingos.

Em seguida, Ivo Dall’Acqua Junior, presidente do Conselho de Relações Sindicais da Fecomércio-SP, apresentou dados de pesquisa sobre a evolução dos setores do comercio no Brasil. No que diz respeito ao segmento de Serviços, os dados mostram um crescimento surpreendente, sobretudo no Nordeste. “De 2006 a 2011 o setor serviços evoluiu 182% no Nordeste. Nesses cinco anos, Pernambuco e Bahia, especificamente, evoluíram 69% nesse setor. Já o Piauí, isoladamente, cresceu 109% no número de empresas de serviço no período pesquisado”, informou Dall’Acqua.

Ainda segundo os dados apresentados por Ivo Dall’Acqua Junior, do montante no Brasil, 59% das empresas varejistas têm somente de 1 a 4 empregados. Por outro lado, 4% das empresas têm mais de 20 empregados. Estas empregam 41% da força de trabalho desse setor. Com esses dados, o palestrante confirmou que é uma falácia o fato de as pequenas empresas empregarem mais no Brasil. As PME ganham em número, mas não em geração de empregos.

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