Destaque da edição:
Destaque da edição:
Competitividade – Competitividade é a expressão que traduz a capacidade da indústria nacional de competir com a indústria estrangeira; em outras palavras, significa ter um custo de produção igual ou inferior ao produto estrangeiro. Ao que tudo indica, a Presidente Dilma chamou para si a iniciativa das decisões para atingir esse objetivo. A Presidente Dilma decidiu enfrentar esse problema, com coragem e determinação, mas faltam projetos e recursos, que o governo não tem. Neste ano, a economia brasileira vai crescer menos de 1,5% e a indústria terá um crescimento negativo de menos 2,5%, segundo a Fiesp. É imperioso mudar o rumo dos acontecimentos, a partir do próximo ano.
Outras matérias:
Vendas de Natal deverão gerar R$ 33,1 bilhões – Dentre todos os meses do ano, dezembro é o mais favorável para o comércio em termos de volume de vendas. Além do pagamento do décimo terceiro salário, que, em 2012 deve injetar R$ 131 bilhões na economia, o Natal, data comemorativa mais relevante para o varejo, faz com que na média o faturamento mensal das lojas cresça mais de 50% quando comparado à média do período janeiro-novembro. Não apenas o fator sazonal, mas também as evoluções recentes dos condicionantes do consumo permitem projetar um crescimento significativo das vendas em 2012.
Horizon 2020 – Foi lançado na União Europeia o programa Horizon 2020, que congrega os recursos financeiros para implementar a iniciativa Innovation Union. O programa – de pesquisa e inovação – será desenvolvido entre 2014 e 2020, com um orçamento de 80 bilhões de euros e visa assegurar a competitividade europeia no cenário global, assim como a criação de novos empregos. O Horizon 2020 pretende responder ao desafio de ser a ponte capaz de reduzir a distância entre pesquisa e sua aplicação no mercado. A cooperação internacional é considerada prioritária no escopo do programa, que, além dessa abertura, ainda preconiza ações específicas com países considerados parceiros-chave em determinados temas. Horizon 2020 será complementado por medidas futuras, visando o desenvolvimento da Área Europeia de Pesquisa e objetiva quebrar barreiras para criar um genuíno mercado único para o conhecimento, pesquisa e inovação.
Confiança do empresário aumenta novamente em outubro – O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) cresceu 2,2% em outubro, na comparação com setembro, permanecendo em patamar favorável, com 128,0 pontos. O resultado do Icec foi influenciado novamente pela melhora nos três subíndices: o índice de condições atuais do empresário do comércio (Icaec) avançou 2,9%, o índice de expectativas do empresário do comércio (Ieec) mostrou crescimento de 2,0%, e o índice de investimentos do empresário do comércio (Iiec) também cresceu 2,0%. As medidas de estímulo fiscal à atividade econômica, redução dos juros para o consumo, e o mercado de trabalho ainda com fôlego reforçam as expectativas quanto à aceleração do comércio varejista nos próximos meses, o que contribuiu para o resultado positivo do Icec. Adicionalmente, outro indicador que tem se mostrado favorável, o Índice de Confiança do Comércio (Icom), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), corrobora a perspectiva positiva dos comerciantes quanto ao ritmo aquecido do varejo nesse quarto trimestre.
Cheques sem fundo e Natal – Em menos de dois anos, o número de cheques compensados no Brasil vem caindo, da mesma forma que a emissão de cheques sem fundos. Em janeiro do ano passado foram compensados 84,92 milhões de cheques, sendo que 1,441 milhão (1,70%) não foram creditados porque estavam sem provimentos. Em setembro deste ano foram compensados 70,24 milhões de cheques (cerca de -17,3% em relação a janeiro/11) e os sem fundos corresponderam a 1,313 milhão (1,87%). Embora este último percentual seja superior ao de janeiro de 2011, comparativamente é o menor desde outubro do ano passado (1,91%), mostrando uma tendência. A queda no recuo do volume de cheques emitidos sem fundos tem algumas explicações plausíveis. Inicialmente para o Serasa, pode ter a ver com o fato de o consumidor estar priorizando a quitação de dívidas, evitando novos parcelamentos no pré-datado. Assim, pode-se estimar que dependendo das análises que as próximas pesquisas de intenção de consumo deverão mostrar, a conjuntura será bem favorável para que o comércio possa auferir bons resultados com as vendas de final de ano, graças à sazonalidade.