Brizola Neto confirma reformulação dos conselhos do FAT e FGTS

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O ministro do Trabalho e Emprego, Brizola Neto, esteve, nesta quinta-feira, 23 de agosto, na sede da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), em Brasília, onde declarou aos diretores do Sistema CNC-SESC-SENAC o compromisso com a retomada do diálogo permanente com as confederações patronais tradicionais e a ampla reformulação da composição do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) e do Conselho Curador do FGTS.

O ministro do Trabalho e Emprego, Brizola Neto, esteve, nesta quinta-feira, 23 de agosto, na sede da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), em Brasília, onde declarou aos diretores do Sistema CNC-SESC-SENAC o compromisso com a retomada do diálogo permanente com as confederações patronais tradicionais e a ampla reformulação da composição do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) e do Conselho Curador do FGTS. Além disso, o ministro destacou o desejo de ter o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) como parceiro na qualificação de trabalhadores em projetos do MTE.

A visita de Brizola Neto à CNC significa, sobretudo, a retomada do diálogo entre o ministério e os representantes patronais. “Agradeço a oportunidade de estar nesta casa iniciando um processo de retomada de diálogo social, por orientação da nossa presidente Dilma Rousseff. Desejamos retomar a posição de mediadores das relações de trabalho, atentos ao mercado de trabalho brasileiro, mas compreendendo que cabe ao Estado ter equilíbrio nas suas posições, para não perder a sua condição de mediar os conflitos naturais que surgem das relações entre o capital e o trabalho”, disse.

Ele afirmou que a qualidade dos postos de trabalho, a remuneração e o cuidado com a dignidade aos trabalhadores são diretrizes que vão nortear as ações de seu ministério, assim como o diálogo social, e isso passa pela retomada da composição dos conselhos: Codefat e o Conselho curador do FGTS, com a volta da CNC e das confederações, que se afastaram do Codefat em 2009.

“Além disso, quem tem sentido falta das confederações patronais e do sistema “S” é o ministério do Trabalho, quando o assunto é qualificação”, disse o ministro, que declarou um ajuste no valor da remuneração de hora aula de R$ 4,50 reais, para R$ 9 reais, para manter a qualificação de primeira classe e possibilitar a entrada de centros de excelência como o Senac. “Por isso, nós queremos fazer um chamado à CNC, como faremos às demais confederações, para que voltem a participar dos processos seletivos de qualificação profissional, porque precisamos da experiência, das instalações adequadas, da expertise e dos profissionais preparados que o Sistema “S” tem para oferecermos a qualificação que o Brasil precisa”, finalizou o ministro.

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