A visão acerca do estágio atual do turismo gastronômico, em países onde já se encontra estabelecido e naqueles em que ainda está em estruturação, abrangendo as possibilidades abertas ao Brasil nessa modalidade, foi trazida por Antônio Montecinos, criador e diretor do Centro Empresarial Gastronômico Hoteleiro (CEGAHO) do México e assessor internacional da Confederação Pan-Americana de Escolas de Hotelaria, Gastronomia e Turismo (CONPEHT).
A visão acerca do estágio atual do turismo gastronômico, em países onde já se encontra estabelecido e naqueles em que ainda está em estruturação, abrangendo as possibilidades abertas ao Brasil nessa modalidade, foi trazida por Antônio Montecinos, criador e diretor do Centro Empresarial Gastronômico Hoteleiro (CEGAHO) do México e assessor internacional da Confederação Pan-Americana de Escolas de Hotelaria, Gastronomia e Turismo (CONPEHT).
O exame dos números aponta para uma significativa contribuição histórica do setor no PIB – e a relação direta com diversos segmentos econômicos estratégicos na sua cadeia de produção. “Nós a visualizamos – explicou – apenas sob a forma de pratos. Entretanto, a gastronomia constitui um sistema alimentar que se inicia e termina na terra, gerando emprego e renda de maneira direta e indireta. Na Espanha – único país que disponibiliza dados estatísticos específicos –, essa indústria movimenta cerca de 7% do PIB, ou Є$ 100 milhões, e mais de 1 milhão de postos de trabalho legais”.
Montecinos salientou que os grandes chefes culinários internacionais estão olhando para a América, em especial, a Amazônia e seus ingredientes exóticos. “Todos querem conhecer o impressionante patrimônio gastronômico do Brasil, cujo potencial é imenso. O modelo a ser perseguido deve privilegiar a busca de responsabilidade econômica, social e ambiental, assegurando a viabilização de um sistema sustentável”, declarou.