Expectativas dos empresários do comércio puxam Índice de Confiança, em maio

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O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) atingiu, em maio, 128,9 pontos – o que representa uma alta de 1,0% em relação a abril e de 0,8% ante o mesmo mês de 2011. O resultado foi puxado pelo subíndice “Expectativas do Empresário do Comércio”, que, com 165,2 pontos, registrou alta de 1,0% na comparação mensal e de 4,8% frente ao ano anterior – prova de que o empresário do setor ainda está otimista com relação ao desempenho futuro do varejo. Com este dado, a CNC estima um crescimento no volume de vendas do varejo de cerca de 7% em 2012.

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) atingiu, em maio, 128,9 pontos – o que representa uma alta de 1,0% em relação a abril e de 0,8% ante o mesmo mês de 2011. O resultado foi puxado pelo subíndice “Expectativas do Empresário do Comércio”, que, com 165,2 pontos, registrou alta de 1,0% na comparação mensal e de 4,8% frente ao ano anterior – prova de que o empresário do setor ainda está otimista com relação ao desempenho futuro do varejo. Com este dado, a CNC estima um crescimento no volume de vendas do varejo de cerca de 7% em 2012.

“Essa melhora no otimismo com o futuro se deu num cenário de deterioração das condições da economia em relação a 2011. Mas o balanço de riscos para a concretização do otimismo dos comerciantes tornou-se menos favorável com a significativa depreciação do real ante o dólar e com o cenário de maior inadimplência”, afirma o economista João Felipe Santoro Araújo, da CNC.

A análise econômica do Icec e o detalhamento gráfico da pesquisa estão disponíveis na Central do Conhecimento.

O subíndice “Condições Atuais do Empresário do Comércio” também apresentou alta em relação ao mês anterior (+0,5%), mas recuou 4,2% em relação a maio do ano passado, o que, para o economista, mostra que o atual otimismo do comerciante está mais ligado às expectativas do que ao desempenho atual da economia, que vem enfrentando um aumento considerável da inadimplência, assim como uma alta do dólar, que tende a reduzir o poder de compra do brasileiro.

No corte regional, as regiões Norte e Nordeste permaneceram as regiões nas quais os comerciantes estão mais confiantes, com 136,5 e 131,4 pontos, respectivamente. A confiança do comerciante na região Sul terminou o mês de maio com 127,2 pontos; a Sudeste, com 126,5 pontos; e a região Centro-Oeste, com 130,1 pontos.

Nas empresas de maior porte, ou seja, aquelas com mais de 50 funcionários, o nível de confiança subiu 4,8% em relação ao ano anterior, terminando o mês de maio com 148,7 pontos. Nas empresas de menor porte o nível de confiança apresentou menor alta (+0,7%) na comparação interanual, com 128,5 pontos. A diferença entre os níveis de confiança das empresas maiores e menores fechou o mês de maio em 20,3 pontos, a maior desde o início da pesquisa.

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