Síntese das palestras do CTur -28/03/2012

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Turismo receptivo sobre rodas foi a pauta estabelecida para trazer à luz o que vem sendo feito, principalmente, para o deslocamento de viajantes a lazer e em eventos corporativos por essa modalidade.

Turismo receptivo sobre rodas foi a pauta estabelecida para trazer à luz o que vem sendo feito, principalmente, para o deslocamento de viajantes a lazer e em eventos corporativos por essa modalidade.

O coordenador do Comitê de Mobilidade Terrestre da Associação Brasileira de Gestores de Eventos Corporativos (ABGEV), Ricardo Kaiser, deu início às palestras, enfocando dados do mercado doméstico: “No Brasil, do faturamento anual na faixa de US$ 3 bilhões, a fatia predominante (76%) se refere à modalidade de comercial leasing, cabendo o restante ao turismo de lazer. Num contexto de receita de US$ 2,3 bilhões, focamos nosso negócio nas vertentes de viagens corporativas e de empresas, o que impõe certos desafios, pois este consumidor é muito mais exigente do que o visitante a lazer”.

Na sequência, Alexandre Pinto, coordenador do Comitê de Logística de Eventos da ABGEV, destacou a necessidade de investimentos em frotas para grandes grupos, não só em quantidade como qualidade dos serviços oferecidos, de maneira a superar o déficit registrado. “Nem entre as maiores companhias do setor há um número suficiente de veículos disponíveis para atender a um evento de vulto. Isso porque 90% do conjunto (incluindo micro-ônibus e vans) existente no Brasil estão sob fretamento contínuo, em linhas de empresas e concessões em rodoviárias”.

No encerramento, o presidente do Conselho Nacional da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (ABLA), Paulo Gaba, falou sobre o modo como as locadoras estão se preparando para atender à demanda que se colocará ante a Copa e as Olimpíadas: “Temos aumentado nossa frota num ritmo acima de 10% ao ano. Mas ninguém vai comprar 5 mil carros apenas para servir ao período dos eventos. Não haveria nem agente para proceder à entrega, nem tempo hábil para capacitar os motoristas. Sem contar o prazo requerido a manutenção e reabastecimento para recolocar os veículos em atividade. Nesse contexto, enfrentaremos um grande desafio”.

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