Perspectivas para o emprego formal no comércio em 2012 – Para 2012, com a expectativa de um maior cresci¬mento econômico, principalmente a par¬tir do segundo semestre, como resultado dos impactos dos estímulos monetários e fiscais em vigor, projetamos que cerca de 2 milhões de vagas sejam criadas em todos os setores (1,8 milhão nos dados sem ajuste).
Perspectivas para o emprego formal no comércio em 2012 – Para 2012, com a expectativa de um maior cresci¬mento econômico, principalmente a par¬tir do segundo semestre, como resultado dos impactos dos estímulos monetários e fiscais em vigor, projetamos que cerca de 2 milhões de vagas sejam criadas em todos os setores (1,8 milhão nos dados sem ajuste). Assim como em 2011, a maior con¬tribuição para a geração de postos de trabalho formal no varejo em 2012 deve vir do setor de Hipermercados, Supermercados, Produtos Alimentícios, Bebidas e Fumo, que, confirmadas as projeções, será responsável por 29% do total. Em segundo lugar, o setor de Material de Construção deve gerar 14% do total, e, empatados em terceiro lugar, os setores de Tecido Vestuário e Móveis e Eletrodomésticos devem ser respon-sáveis por 13% do total de incremento de vagas.
Comércio eletrônico em alta – O comércio eletrônico movimentou R$ 18,7 bilhões em 2011, volume 26% superior à cifra registrada em 2010, segundo dados divulgados pelo estudo WebShoppers, conduzido pela e-bit, empresa especializada no setor. As previsões apontam que em 2012 o comércio eletrônico deverá crescer 25%, atingindo um faturamento de R$ 23,5 bilhões, dos quais R$ 10,5 bilhões já no primeiro semestre.
Balança comercial em março – O resultado da balança comercial brasileira em março surpreendeu positivamente muitos economistas que projetam saldo positivo, porém tímido, para o final do ano. Apesar disso, é consenso que o saldo comercial será sensivelmente menor em 2012, com¬parativamente aos US$ 29,8 bilhões de 2011, em especial devido à aceleração da demanda doméstica no segundo se¬mestre e ao menor crescimento da eco¬nomia internacional. As projeções para este ano variam entre US$ 11 bilhões e US$ 21 bilhões – as mais otimistas. Apenas a Associação de Comércio Ex¬terior do Brasil (AEB) projeta saldo em torno de US$ 3 bilhões, não descartando a possibilidade de déficit, o qual não ocorre desde 2001.
Produção Industrial registra queda de 3,4% no ano – No mês de fevereiro deste ano a Produção Industrial cresceu 1,3%, contra mês anterior, dados com ajuste sazonal, recuperando-se da queda de 1,5% em janeiro. Essa é a maior taxa desde o aumento de 2,2% observado em fevereiro de 2011. Entretanto, o resultado acumulado no ano continua negativo (-3,4%) pela segunda vez con-secutiva.
Crescimento dos Eis – O maior programa de redução da in¬formalidade que o Brasil já experi¬mentou vem dando certo, apresentando números otimistas rumo à meta para formalizar 10 milhões de empreende¬dores nos próximos anos. Assimilando as possibilidades decor¬rentes dos benefícios da lei, o cresci¬mento dos registros na Receita Federal indica que as pessoas que vivem na in-formalidade passaram a reconhecer que os ganhos da participação no Empreen¬dedor Individual são muito maiores do que os custos, com contribuição mensal de até R$ 37,10. Na condição de EI não se paga nada de imposto ao governo federal; estados (R$ 1,00) e municípios (R$ 5,00) cobram valores simbólicos; e a contribuição maior vai mesmo para a Previdência, 5% do salário mínimo.