Mais competitividade para o turismo brasileiro

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O governo brasileiro, para contribuir com o desenvolvimento do turismo, deve atentar mais para a estabilidade de preços e menos para o câmbio. Essa é a opinião de Carlos Thadeu de Freitas, chefe da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), exposta nesta terça-feira, 13 de março, durante a 10ª edição do Fórum Panrotas.

O governo brasileiro, para contribuir com o desenvolvimento do turismo, deve atentar mais para a estabilidade de preços e menos para o câmbio. Essa é a opinião de Carlos Thadeu de Freitas, chefe da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), exposta nesta terça-feira, 13 de março, durante a 10ª edição do Fórum Panrotas.

Carlos Thadeu, que participou de um painel sobre as perspectivas econômicas para o Brasil junto ao ex-ministro da Fazenda, Maílson da Nóbrega, acredita que o País deve ser mais competitivo. Segundo ele, a indústria do turismo, com custos mais competitivos, compensa a economia brasileira em relação à perda de negócios que a indústria de manufaturados vem sofrendo nos últimos tempos. “O grande ponto é o governo voltar a praticar as chamadas minirreformas, para que o Custo Brasil diminua cada vez mais”.

Carlos Thadeu destacou ainda que o setor de Serviços é a atual âncora do crescimento econômico brasileiro. “O câmbio real favorece o setor de turismo. O segmento vai ter boas oportunidades futuras, já que as pessoas estão ganhando mais, com a massa real de salários ainda em crescimento”, afirmou.

Mailson da Nóbrega, atualmente sócio da Tendências Consultoria Integrada, destacou que o Brasil tem uma situação confortável, com reservas internacionais superiores à divida externa, entre outros fatores.

O economista apontou algumas projeções para 2012, como o crescimento do PIB em 3,2%, inflação de 5,5%, expectativa da taxa de desemprego em 5,8%, massa salarial real em 5,4%, aumento dos juros em 8,5%, e balança comercial em US$ 25 milhões. “O mundo deve mais ao Brasil do que o Brasil deve ao mundo. Uma situação inédita para um País que nasceu devendo. Hoje somos credores”, declarou.

Com aliança institucional da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, o Fórum Panrotas vai até amanhã, dia 14, com debates e apresentações de especialistas.

 

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