O presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Antonio Oliveira Santos, participou de um encontro com presidentes de outras confederações no dia 14 de fevereiro, em Brasília. A reunião aconteceu a convite do presidente da Confederação Nacional das Instituições Financeiras (CNF), Luiz Carlos Trabuco Cappi.
O presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Antonio Oliveira Santos, participou de um encontro com presidentes de outras confederações no dia 14 de fevereiro, em Brasília. A reunião aconteceu a convite do presidente da Confederação Nacional das Instituições Financeiras (CNF), Luiz Carlos Trabuco Cappi.
Estiveram presentes os presidentes da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), Kátia Abreu; da Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop), Márcio Lopes de Freitas; da Confederação Nacional da Saúde (CNS), José Carlos de Souza Abrahão; da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg), Jorge Hilário Gouvêa Vieira; da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), Clésio Soares Andrade; da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade; e da Ação Empresarial, Josué Christiano Gomes.
No encontro, foram discutidos os assuntos mais relevantes para o empresariado nacional. O presidente da CNF, Luiz Carlos Trabuco Cappi, iniciou a reunião fazendo um panorama da conjuntura econômica atual, destacando o bom momento do Brasil e a sua resistência frente à crise econômica mundial.
A presidente da CNA, Kátia Abreu, destacou três pontos fundamentais: a criação do observatório do sistema jurídico, para monitoramento das ações do judiciário em torno de questões relevantes para o empresariado; o Código de Defesa do Contribuinte e o Fórum de Competitividade. Os presidentes também debateram a questão da regulamentação do trabalho terceirizado que, segundo eles, é uma de suas principais preocupações.
Ao final do encontro, os presidentes concordaram em se reunir com mais frequência para debater os assuntos de relevância para as entidades, firmando uma melhor cooperação entre as confederações na defesa dos interesses da classe empresarial.